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Pacientes que já contraíram dengue temem nova contaminação
07 abril, 2013Postado por dengue e procedimentos às domingo, abril 07, 2013 0 comentários
Marcadores: Alerta sobre a dengue.
Recuperação da dengue pode levar até 6 meses, diz médica de Bauru, SP
Já foram registrados mais de 2 mil casos de dengue e uma morte confirmada em Bauru (SP). Apesar dos dados alarmantes, ainda existem pessoas que desconhecem ou até menosprezam os efeitos da doença.A proliferação do mosquito Aedes Aegypti, só é possível desde que haja condições da sobrevivência das suas larvas, que é a água parada, e por esse motivo é que a colaboração da população é indispensável para o controle da doença.Prevenção
A secretaria mantém orientação a todos os profissionais das redes de saúde pública e privada para que redobrem a atenção em casos que apresentem os sintomas da doença, visando o diagnóstico precoce e tratamento oportuno, viabilizando, dessa forma, a agilização e qualidade do atendimento, bem como o controle da dengue.
- Evitar vasos de plantas com pratos de plásticos.
- Manter ralos internos e externos tampados, bem como vasos os sanitários.
- Manter as piscinas limpas, tampadas ou desmontadas, quando possível.
- Descartar todo material inservível com potencial para criadouro de larvas do mosquito Aedes aegypti (garrafas, latas, embalagens vazias, pneus e outros).
- Manter a limpeza das calhas antes de sair de casa por vários dias.
Postado por dengue e procedimentos às domingo, abril 07, 2013 0 comentários
Marcadores: Alerta sobre a dengue.
Casos de dengue aumentam em 17 estados e no Distrito Federal
Jornal Nacional deste sábado começa com os números preocupantes da dengue pelo Brasil. Os casos da doença aumentaram em 17 estados e no Distrito Federal nos três primeiros meses do ano.Postado por dengue e procedimentos às domingo, abril 07, 2013 0 comentários
Marcadores: Combate à dengue
Contextualizando as Relações Institucionais e a Luta dos Agentes de Combate às Endemias
04 abril, 2013
Procedimentos Metodológicos.
Referências
ANTUNES, R. Adeus ao trabalho? Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. São Paulo: Cortez, 2003.
BESEN, C. B. et al. A estratégia saúde da família como objeto de educação em saúde. Saúde e Sociedade, São Paulo, v. 16, n. 1, p. 57-68, jan./abr. 2007.
BOLETIM INFORMATIVO FOCALIZANDO Histórico da luta: 18 anos de luta até a vitória. Rio de Janeiro: Sintsauderj, ago. 2006. p. 02.
BORNSTEIN, V. J.; STOTZ, E. M. Concepções que integram a formação e o processo de trabalho dos agentes comunitário de saúde: uma revisão de literatura. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, p. 259-268, jan./fev. 2008.
BRANDÃO, C. R.; STRECK, D. R. A pesquisa participante e a partilha do saber: uma introdução. In: Brandão C. R.; Streck D. R. (Org.). Pesquisa participante: o saber da partilha. São Paulo: Idéias & Letras, 2006. p. 7-20.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Senado.
BRAVO, M. I. S. Serviço social e reforma sanitária: lutas sociais e práticas profissionais. São Paulo: Cortez; Rio de Janeiro: UFRJ, 1996.
BRITO, J.; ATHAYDE, M. Trabalho, educação e saúde: o ponto de vista enigmático da atividade. Revista Trabalho, Educação e Saúde, Rio de Janeiro, v. 1, n. 2, p. 239-266, 2003.
CAMPOS, A. Violência e trabalho. In: Mendes, R. (Org.). Patologia do trabalho. São Paulo: Atheneu, 2002. p. 1641-56.
CASTEL, R. As metamorfoses da questão social: uma crônica do salário. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.
DANIELLOU, F. A ergonomia em busca de seus princípios: debates epistemológicos. São Paulo: Edgar Blücher, 2004.
DEJOURS, C. O trabalho como enigma. In: Lancman, S.; Sznelwar, L. (Org.). Christophe Dejours: da psicopatologia à psicodinâmica do trabalho. Rio de Janeiro: Fiocruz; Brasília: Editora Paralelo 15, 2004. p. 127-140.
EM Interministerial nº 030/MS/MP. Brasília, 30 de abril de 2002. Submete à Presidência da República o projeto de lei que dispõe sobre os Sistemas Nacionais de Epidemiologia, de Saúde Ambiental e Saúde Indígena e cria a Agência Federal de Prevenção e Controle de Doenças – APEC. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Projetos/EXPMOTIV/EMI/EMI030-MSMP-2002.htm. Acesso em: 24 out. 2012.
FREIRE, P. Extensão ou comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra,1977.
FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
GRAMSCI, A. Concepção dialética da história. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1986.
GUÉRIN, F. et al. Compreender o trabalho para transformá-lo: a prática da ergonomia. São Paulo: Editora Edgard Blücher:Fundação Vanzolini, 2001.
Postado por dengue e procedimentos às quinta-feira, abril 04, 2013 0 comentários
Marcadores: Politica e Saúde.
AGENTES DE SAÚDE DE OLINDA-PE, RECEBEM MENOS DO QUE UM SALÁRIO MÍNIMO,
É verdade Companheiros e companheiras de todo Brasil, No município de Olinda-PE, que todos conhecem como patrimônio histórico da humanidade,Uma cidade turista do Brasil, cheia de belezas e de um dos maiores carnaval do País, O prefeito Srº Renildo Calheiros -PC do B-PE, Em seu segundo mandato, Pagar menos de um salários mínimo aos Agentes de Saúde efetivos, para sermos preciso R$: 632,00.Na maioria da falar dos integrantes da mesa, Foi a falta de concideração da gestão na ter representante presente.
Na fala do Presidente da Câmara Marcelo Soares, Disse que o Prefeito, Tinha agendado no dia, 18 de Abril de 2013, Ás 11:00 Horas, Na Sede da prefeitura para receber os agentes de saúde e negociar sua pauta de reivindicações.
PAUTA DE REIVINDICAÇÃO DA CATEGORIA.
1 - Cumprimento da portaria do Ministério da Saúde, Nº 260, de 21 de Fevereiro de 2013,
2 - Reajuste salarial para os ACE, de acordo com a lei municipal 5588 de 19 de Dezembro de 2007,
3 - Reajuste do valor do ticket alimentação para 12,00, (Hoje é de 8,00),
4 - Formação do curso Técnico para os ACS e ACE, com o complemento do 1º, 2º, e 3º Modulo,
5 - Suporte nas unidades e pontos de apoios com armários para os ACE,
6 - Fornecimento de (EPI) equipamento de proteção individual como: Protetor solar mensalmente, e fardamento para os ACS e ACE,
7 - Realização dos exames periódicos para os ACE, (Esclarecimento sobre os exames realizados em Julho de 2012),
8 - Representação do SINDIMACSE - OLINDA, Em todas as ocasiões que diz respeito aos ACS e ACE,
9 - Melhores condições de trabalho aos ACE e ACS, que estão com sobre carga de trabalho (ACS com mais de 200 famílias cadastradas e ACE com mais de 1000 imóveis a visitar no més)
Diretores do Sindicato diz caso reivindicações não sejam atendidas em reunião no dia,18/04, O Sindicato faz assembleia com a categoria que podem deflagar uma paralisação e o vereador Arlindo Siqueira falou que poderia contar com o apoio dele.
Postado por dengue e procedimentos às quinta-feira, abril 04, 2013 0 comentários
Marcadores: Politica e Saúde.
Grande Mobilização Nacional da Saúde - 07 de abril de 2013.
QUAIS OS OBJETIVOS DELA?
Objetivos específicos: Manifestar as mais diversas necessidades laborativas das categorias que compõem a SAÚDE.
É bandeira de luta dos médicos: melhores salários e condições laborativas. O movimento médico tem uma reivindicação nacional de implantação da carreira médica com valor específico por 20 horas de trabalho por semana.
Dos auxiliares, técnicos de enfermagem e enfermeiros: enfermeiros/as, auxiliares e técnicos/as de enfermagem pelejam pela jornada de trabalho de 30 horas, uma reivindicação considerada histórica. Algumas categorias profissionais da seguridade social já conquistaram essa jornada máxima, porém, há uma década a enfermagem brasileira luta para aprovar o Projeto de Lei do Senado 2.295/2000, mais conhecido como PL 30 Horas, que estabelece a jornada máxima de 30 horas semanais para os enfermeiros/as, técnicos/as e auxiliares de enfermagem. Lembrando que a Organização Internacional do Trabalho (OIT) da Organização das Nações Unidas (ONU) recomenda esta jornada, sob o argumento de que é o melhor para pacientes e trabalhadores da saúde do mundo inteiro.
Dos agentes de saúde: melhores condições de trabalho e salários, desprecarização do vínculo de trabalho e formação técnica, conforme proposta do Ministério do Trabalho.
Certos de que ao melhorar a condição de trabalho desses profissionais, inevitavelmente projeta-se qualitativamente melhores condições dos serviços da saúde. A busca por melhores condições de trabalha está intimamente ligada melhoria na qualidade dos serviços públicos de saúde, prestados a maioria da população brasileira, que depende de tais serviços.
Postado por dengue e procedimentos às quinta-feira, abril 04, 2013 0 comentários
Marcadores: Politica e Saúde.
VÍRUS DA DENGUE E A IMUNIDADE
03 abril, 2013
Outro conceito importante é que o organismo é capaz de eliminar o agente viral prontamente, pois a doença chega ao fim rapidamente e muito provavelmente essa defesa eficiente é a responsável pela patologia induzindo alterações vaso dinâmicas, hemorrágicas e de choque.
O desaparecimento da doença coincide com o aparecimento de vigorosa resposta imune. Os anticorpos, principalmente os que se ligam a epítopos da proteína E, promovem lise do envelope ou bloqueio de seus receptores com consequente neutralização viral.
A proteína E, localizada nas espículas do envelope dos vírus da dengue, é fundamental para a ligação viral ao receptor de membrana e possui os mais importantes domínios antigênicos desses microorganismos. Os epítopos da proteína E definem a produção de anticorpos específicos para o tipo viral e podem ser detectados por múltiplos testes sorológicos.
Os anticorpos contra a proteína E são dirigidos a epítopos existentes em toda a superfície externa da molécula. O mecanismo de neutralização dos anticorpos relaciona-se à dissociação do dímero E, impedindo as alterações conformacionais que levam à formação dos trímeros da molécula, evitando assim que o vírus possa ser introduzido na célula hospedeira.
Anticorpos, produzidos contra NS1, promovem lise viral fixando o complemento. A imunização com NS1 é capaz de proteger camundongos da encefalite, após serem inoculados com vírus da dengue. Entretanto, o mecanismo de proteção conferido pelas NS1 não é neutralizante das partículas virais e relaciona-se à destruição das células infectadas previamente à liberação da progênie viral.
A NS3, que se apresenta em contato com a superfície celular também possui capacidade imunogênica. A presença de NS3 estimula a destruição das células infectadas por LT citóxicos. LT helper e citotóxicos de pacientes com dengue apresentam capacidade de reconhecer epítopos de E, NS1 e NS3.
Nos pacientes com dengue, a resposta humoral produzida por plasmócitos resultantes da ativação de linfócitos B costuma ser vigorosa. Os anticorpos IgM específicos são detectáveis a partir do quarto (4º) dia, após o início dos sintomas, atingindo os níveis mais elevados por volta do sétimo (7º) ou oitavo (8º) dia e declinando lentamente, passando a não ser detectáveis após alguns meses.
As IgG específicas são observadas, em níveis baixos, a partir do quarto (4º) dia após o início dos sintomas, elevam-se gradualmente, atingindo altos teores em duas (2) semanas e mantêm-se detectáveis por vários anos, conferindo imunidade contra o tipo infectante, provavelmente, por toda a vida.
Anticorpos obtidos durante infecção por um tipo de dengue, também protegem da infecção por outros tipos, entretanto, tal imunidade é mais curta, com duração de meses ou poucos anos. Infecções por dengue, em indivíduos que já tiveram contato com outros sorotipos do vírus ou, mesmo, outros Flavivírus (como os vacinados contra a febre amarela), podem alterar o perfil da resposta imune, que passa a ser do tipo anamnéstico ou de infecção secundária (reinfecção), com baixa produção de IgM e liberação intensa e precoce de IgG.
A resposta imune celular citotóxica por LT ocorre sob estímulo das proteínas NS1, NS3 e E dos vírus da dengue. Os linfócitos citotóxicos agridem diretamente as células infectadas com dengue, que expressam receptores HLA tipo I, lisando-as. Portanto, as células T participam ativamente na resposta imune, reduzindo o número de células infectadas com o vírus, e conferindo proteção contra reinfecção.
Outra forma de resposta imune aos vírus da dengue é paradoxal, ou seja, prejudica o hospedeiro infectado e é responsável pela imunopatologia da dengue hemorrágico/síndrome de choque do dengue. Essa resposta imune pode ser observada em dois grupos de indivíduos: acima de um 1 ano de idade com uma segunda infecção por dengue (mais de 90% dos casos) e crianças, menores de um 1 ano, infectadas pela primeira vez, filhos de mães possuidoras de anticorpos para dengue.
Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 900 cursos online com certificado
http://www.portaleducacao.com.br/medicina/artigos/38415/virus-da-dengue-e-a-imunidade#ixzz2PQwdetp0
Postado por dengue e procedimentos às quarta-feira, abril 03, 2013 0 comentários
Marcadores: epidemiológia
Mosquito da dengue criou resistência a repelente, diz pesquisa
A substância, conhecida como DEET, ou dietiltoluamida, é largamente empregada em repelente contra insetos, combatendo mosquitos, pernilongos, muriçocas e borrachudos. O composto age interferindo nos receptores sensoriais desses animais, inibindo seu desejo de picar o usuário.
O estudo, divulgado pela publicação científica Plos One, analisou a reação de mosquitos da espécie Aedes aegypti, vetores da dengue e da febre amarela, à substância. Os cientistas concluíram que, ainda que inicialmente repelidos pelo composto químico, os insetos depois o ignoraram.
Eles recomendaram que governos e laboratórios farmacêuticos realizem mais pesquisas para encontrar alternativas à DEET.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a dengue é hoje a doença tropical que se propaga mais rapidamente no mundo. Nos últimos 50 anos, sua incidência aumentou 30 vezes, o que pode transformá-la em uma pandemia, advertiu o órgão.
Isca
Para provar a eficácia da DEET os cientistas pediram a voluntários que aplicassem repelente com DEET em um braço e soltaram mosquitos.
Como esperado, o repelente afastou os insetos. No entanto, poucas horas depois, quando ofereceram aos mesmos mosquitos uma nova oportunidade de picarem a pele, os cientistas constataram que a substância se mostrou menos eficiente.
Para investigar os motivos da ineficácia da DEET, os pesquisadores puseram eletrodos na antena dos insetos.
"Nós conseguimos registrar a resposta dos receptores na antena dos mosquitos à DEET, e então descobrimos que os mosquitos não eram afetados pela substância", disse James Logan, da London School of Hygiene and Tropical Medicine, instituição que realizou o estudo.
"Há algo sobre ter sido exposto ao composto químico pela primeira vez que muda o sistema olfativo dos mosquitos. Ou seja, a substância parece mudar a capacidade dos mosquitos de senti-la, o que a torna menos eficiente", acrescentou.
Uma pesquisa anterior feita pela mesma equipe descobriu que as mudanças genéticas em uma mesma espécie de mosquito podem torná-los imunes à DEET.
"Os mosquitos evoluem muito rapidamente", disse ele. "Quanto mais nós pudermos entender sobre como os repelentes funcionam e os mosquitos os detectam, melhor poderemos trabalhar para encontramos soluções para o problema quando tais insetos se tornarem resistentes à substância".
O especialista acrescentou que as descobertas não devem impedir as pessoas de continuarem usando repelentes com DEET em áreas de alto risco, mas salientou que caberá aos cientistas tentar desenvolver novas versões mais efetivas da substância.
Para complementar o estudo, os pesquisadores britânicos agora planejam entender por quanto tempo o efeito dura depois da primeira exposição ao composto químico.
A equipe também deve estudar o efeito em outros mosquitos, incluindo espécies que transmitem malária.
Postado por dengue e procedimentos às quarta-feira, abril 03, 2013 0 comentários
Marcadores: Alerta sobre a dengue.
Casos de dengue confirmados em Minas até março chegam a 38 mil
Minas Gerais tem cerca de 38 mil casos de dengue confirmados, de acordo com atual resumo informativo divulgado pela Secretaria de Saúde do estado, com dados registrados de janeiro ao dia 27 de março. Desse total, 37.733 são da forma clássica da doença.
Os municípios de Veríssimo, Ibiaí, Deresópolis e Lassance lideram a lista das 30 localidades com maior incidência de notificações neste ano, com um total de 29.018 casos. Nas últimas quatro semanas, as notificação já passam de 13 mil.
Outros estados também estão sofrendo com a epidemia. As notificações em Mato Grosso da primeira à 12ª semana de 2013 são maiores que o dobro do total do mesmo período do ano passado: 24 mil, de acordo com o Sistema de Notificação de Agravos de Notificação - Sinan. No Paraná, são mais de 14 mil casos.
Segundo a Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, há epidemia em quase metade dos municípios. Mais de 69 mil casos foram notificados de 1º de janeiro a 23 de março deste ano. Em Goiás, são mais de 84 mil casos no período de 30 de dezembro de 2012 a 23 de março de 2013, sendo que a capital lidera, com 39.673. O Ministério da Saúde informou que aguarda dados sobre a situação da dengue em cada estado para traçar um quadro do país.
Postado por dengue e procedimentos às quarta-feira, abril 03, 2013 0 comentários
Marcadores: Combate à dengue
CÂMARA DE VEREADORES APROVAM PROJETO QUE REPASSA VALOR INTEGRAL DA PORTARIA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE PARA OS AGENTES DE SAÚDE DE PAULISTA-PE.
02 abril, 2013
Depois de muitos impasses entre os vereadores presentes na sessão onde deveria ser aprovado o Projeto de lei, Emenda ou seja como for chamada, Que foi colocado pelo Vereador Nildo Soldado, Líder do governo na câmara, Dizendo que o executivo passaria automaticamente para os ACS`s e ACE`s do município o valor integral das Portarias do Ministério da Saúde que vem mensalmente que hoje é de R$: 950,00. Como já existe uma lei aprovada na câmara e sancionada pelo ex-prefeito.
Vereadores contrários como foi o caso de Nelson Falcão, Tônico entre outros, Onde Nelson Falcão pediu a palavra dizendo que era incostitucional e Tônico depois de vários comentários contrário e Depois da aprovação, disse que o problema era do executivo.
Companheiros e conpanheiras eu BIO ACS, sentir com toda sinceridade que os vereadores contrários tavam se sentido como tivese tido quebra de acordos politicos, Por não terem participado do projeto e não estarem sabendo de nada, Mas como nossa Categoria é forte, FOI APROVADO, Agora vamos atrás da sanção do Prefeito.
Estavam presente além dos vereadores, Parte da Categoria, Diretores do SINDASCPA - Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde do Paulista e AMACEPA - Associação dos Agentes de Combate às Endemias do Paulista e populares.
Postado por dengue e procedimentos às terça-feira, abril 02, 2013 0 comentários
Marcadores: Politica e Saúde.
HOJE, 02/03/2013, A PARTI DAS 15:30 HORAS, SESSÃO NA PLENÁRIA DA CÂMARA DE VEREADORES PARA AUMENTO DE SALÁRIO DOS AGENTES DE SAÚDE(ACS E ACE) EM PAULISTA-PE.
Atenção Companheiros e Companheiras Agentes de Saúde(ACS e ACE) do Paulista-PE, Comparecer hoje sem falta, 02 de Março de 2013, A Sessão na Plenário da Câmara de vereadores do município, A partir das 15:30 Horas, Para todos juntos termos está Vitória.
Postado por dengue e procedimentos às terça-feira, abril 02, 2013 0 comentários
Marcadores: Politica e Saúde.
As Condições de Trabalho de um ACS ou ACE e seus Efeitos à Saúde
Resumo
O presente artigo analisa as relações entre saúde e trabalho dos agentes de combate às endemias (ACEs) da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), lotados no município de Nova Iguaçu-RJ, que foram reintegrados ao quadro da administração pública após terem sido dispensados. Os objetivos principais deste estudo foram compreender a história da luta destes trabalhadores por reconhecimento social e justiça, cujo desfecho foi a readmissão ao trabalho, bem como conhecer os efeitos adversos na saúde em razão das condições da atividade de combate a endemias. Adotou-se como base metodológica os estudos participativos e, complementarmente, o enfoque da educação popular, realizando grupos de discussão com os trabalhadores. Trata-se, por conseguinte, de uma pesquisa de cunho pedagógico, na qual o diálogo é a relação fundamental. Dos temas identificados nos grupos de discussão obteve-se um repertório de problemas e questões que evidenciaram as más condições de trabalho e a desregulamentação de políticas de saúde voltada para os trabalhadores. Os próprios trabalhadores reconhecem a precarização de seu trabalho, conferindo grande responsabilidade à interferência da política. Referiram-se ainda a um período de incertezas, sofrido pela indefinição de responsabilidades entre os níveis de governo, durante o período de descentralização político-administrativa, e seus efeitos negativos na saúde. Mencionaram o possível aspecto de toxicidade dos inseticidas e os seus riscos de contaminação. Foram sinalizadas sugestões que podem ser adotadas, de modo a propiciar melhores condições de trabalho e de saúde.
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As Condições de Trabalho e seus Efeitos à Saúde
Por condições de trabalho se compreende desde as condições materiais para a realização de sua atividade, passando pelos equipamentos de proteção individual (fornecidos de forma precária e insuficiente), até a ausência de informações sobre os riscos a que estão submetidos em sua atividade profissional.
No que tange à infraestrutura de trabalho, verificou-se durante os diálogos que grande parte dos ACE não possui um local de trabalho fixo. Denomina-se como PA (posto de abastecimento) o lugar que serve como ponto de referência para iniciarem a sua jornada diária de trabalho. O PA serve ainda para manter em segurança os materiais administrativos necessários ao desenvolvimento da atividade laboral, como boletins de atendimentos, ficha de frequência e folhas de notificação, entre outros. Grande parte do trabalho dos ACE se desenvolve na rua. Entretanto, o PA é um local com um importante significado para esse tipo de atividade, já que nele os trabalhadores se situam no território de trabalho e não se sentem na rua. Contudo, em tese, o PA deveria ser disponibilizado pela prefeitura, mas é viabilizado pelos próprios trabalhadores, que necessitam negociá-lo com a população local (associação de moradores, escolas e organizações não governamentais, entre outras). Desse modo, torna-se parte da atividade real de trabalho (identificada como uma tarefa excedente) localizar uma sala ou qualquer outro cômodo, com instalações e equipamentos (como armários) adequados.
Além disso, existe uma grande responsabilidade no que se refere ao armazenamento adequado dos materiais usados no combate aos vetores, podendo se tornar um fator de riscos tanto para os trabalhadores quanto para a população e o ambiente. A ausência de uma política que valorize esse trabalho, proporcionando uma base material adequada, pode ter sérias consequências.
Deve-se considerar que os agentes de combate às endemias estão expostos aos riscos de um trabalho que se realiza na rua, sobretudo queixam-se dos efeitos da violência urbana na sua saúde. Em estudo realizado sobre o tema violência e trabalho dos agentes comunitários de saúde (Imperatori e Lopes, 2009), verificou-se que a maioria desses trabalhadores referia “fingir não ver” a violência na comunidade, devido principalmente ao medo de represálias que pudessem sofrer. Ainda nessa mesma pesquisa os trabalhadores relataram a existência de uma “ética”, a ser respeitada, pois dessa forma também eram respeitados pelos “agentes do tráfico” e “donos do morro”. O trabalho que acontece na rua sujeita esses trabalhadores, tanto os agentes comunitários de saúde quanto os agentes de combate a endemias, a várias intempéries, convivendo diariamente com a violência urbana e seus diversos contornos, como o trafico de drogas, agressões físicas e verbais durante as visitas. Poderíamos, com isso, afirmar que existem em ambas as formas citadas de trabalho tipos de dominação que impõem novas formas de relações, levando os trabalhadores a adotarem estratégias para se enfrentar o fortuito, o medo, a vulnerabilidade e a imprevisibilidade, particularidades do trabalho que se realiza no espaço público da rua.
RELATO:
“Onde eu trabalhei tem um quarteirão onde às vezes tem sequestro, tem cativeiro. Então, tem área que você não pode trabalhar, não pode nem chegar perto, nem denunciar, por que você passa ali todo dia. No meu caso, é o posto de saúde e o DP atrás; você passa que é alcaguete, então você não pode nem pensar em conversar com PM.”
“A gente coloca o guarda num canto, não sabe se o trabalhador vai trabalhar e se ele volta, porque hoje a minha área lá é cercada, por que as pessoas que estão inseridas no tráfico tomam conta”.
As Possíveis Saídas para Driblar os Riscos do Trabalho
Não obstante os relatos de trabalhadores se referirem à violência sofrida no decurso do seu trabalho como algo “externo”, elucidamos que se trata de uma violência que toma corpo na organização do próprio trabalho (Campos, 2002) dos ACE, provocando sofrimento e desgaste. Essas adversidades de situações lhes obrigam a criar estratégias no cotidiano laboral para que o trabalho continue acontecendo. Uma possível saída citada pelos trabalhadores para fintar a imprevisibilidade e os riscos seria o uso de crachás institucionais para a sua identificação, sendo este um artifício do mundo do trabalho com valor simbólico que se contrapõe ao informal e à impessoalidade da rua.
“Nossos crachás estão vencidos. A prefeitura todo ano faz o recadastramento; aí fala que vai mandar o crachá e não manda. A gente fica correndo riscos por que os caras acham que a gente é policial. Tá difícil, espero que melhore.”
Na época desta pesquisa, os trabalhadores não realizavam exames médicos periódicos para saber os danos reais que os produtos utilizados no combate aos vetores poderiam causar à saúde. Entretanto, essa foi uma preocupação bastante presente nos diálogos. Constantemente se referiam ao possível aspecto de toxicidade dos inseticidas e os seus riscos de contaminação para os trabalhadores e o ambiente. A respeito deste tema, é preciso lembrar que, em estudo realizado no Estado de São Paulo pela Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), decidiu-se pela retirada do inseticida usado rotineiramente no controle do vetor, valorizando uma política de controle mecânico do Aedes aegypti e da necessidade de reforço da atuação dos ACE no plano educativo junto à população (Lefèvre e col., 2003). Trata-se, portanto, de um assunto recente a ser aprofundado em outro estudo, levando-se em consideração, principalmente, a experiência e o saber dos trabalhadores.
Mesmo possuindo problemas de saúde, os ACE não se ausentam de seus postos, pois, se o fizessem, teriam redução salarial significativa. As diárias que os agentes recebem correspondem a cerca de 50% a mais em sua remuneração. Essa “gratificação da produção”, mais do que uma medida administrativa de premiação, funciona, pelo olhar do trabalhador, como controle sobre o trabalho, não permitindo que ele se afaste para resolver problemas relacionados à saúde. Ademais, quando o trabalhador procura o serviço de saúde, em geral, não se estabelece uma associação entre a morbidade e as condições de trabalho. A responsabilidade pelo adoecimento recai sobre o trabalhador, tornando-o culpado ao invés de vítima. Estudos na área da ergonomia (Guérin e col., 2001; Daniellou, 2004) mostram como comuns alguns tipos de preconceito no trabalho, entre os quais a falsa ideia de que os acidentes, as doenças profissionais e as mortes têm suas origens no erro humano, ou seja, na imprudência e no desrespeito aos procedimentos prescritos. Procuramos, durante os diálogos, romper com essa ideia frequente de que o próprio trabalhador seria o principal responsável pelos problemas que atingem a sua saúde, pois no campo da saúde do trabalhador é um pressuposto fundamental o papel ativo do trabalhador na preservação de sua vida.
“Mas perde a diária. Se não mostrar o boletim perde a diária. Se você não produzir perde a diária. Quando há deslocamento ele ganha uma ajuda de custo. As diárias se dividem em elementar, médio e superior. Se não produzir a pessoa não ganha. Você, além de ficar contaminado, você é punido por ter se contaminado. A lógica do negócio é esse.”
Hilka Flavia Saldanha Guida
Mestre em Saúde Pública. Assistente Social da Petrobrás.
Endereço: Almirante Barroso, 81 - 33º andar. Centro. CEP 20031-004, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
E-mail: hilka.guida@yahoo.com.br
Kátia Reis de Souza
Doutora em Saúde Pública. Pesquisadora Cesteh/Ensp/Fiocruz.
Endereço: Rua Leopoldo Bulhões, 1480, Manguinhos, CEP 21041-210, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
E-mail: katreis@ensp.fiocruz.br
Maria Blandina Marques dos Santos
Mestre em Saúde Pública e Ambiente. Pesquisadora Cesteh/Ensp/Fiocruz.
Endereço: Rua Leopoldo Bulhões, 1480, Manguinhos, CEP 21041-210, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
E-mail: blandmar@ensp.fiocruz.br
Solange Maria Carvalho Lima da Silva
Especialista em Saúde do Trabalhador. Assistente Social.
Endereço: Rua Leopoldo Bulhões, 1480, Manguinhos, CEP 21041-210, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
E-mail: ronasol@superig.com.br
Valéria Pereira Silva
Mestre em Serviço Social e Especialista em Saúde do Trabalhador. Assistente Social DIUC/PR-5/UFRJ.
Endereço: Av. Pedro Calmon, 550, Prédio da Reitoria, 8º and. Cidade Universitária CEP 21941-901, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
E-mail:vps_valeria@yahoo.com.br
Postado por dengue e procedimentos às terça-feira, abril 02, 2013 0 comentários
Teste rápido para a tuberculose será oferecido no SUS
01 abril, 2013
Confira aqui a apresentação do secretário Jarbas Barbosa na coletiva
Com abrangência nacional, a campanha tem como público principal homens, entre 25 e 35 anos. Seu principal objetivo é alertar e mobilizar a população sobre os riscos de contrair a doenças e as medidas de prevenção. Os textos reforçam que o tratamento é um direito de todos, garantido pelo SUS.
Postado por dengue e procedimentos às segunda-feira, abril 01, 2013 0 comentários
Marcadores: Politica e Saúde.

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