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Laudo confirma primeiro caso de febre chikungunya em Manaus

03 novembro, 2014

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) confirmou, na tarde desta segunda-feira (3), o primeiro caso de infecção pelo vírus chikungunya em Manaus. Dois casos estavam sendo investigados na capital. Segundo a FVS-AM, exames enviados ao Instituto Evandro Chagas (IEC) apontaram positivo para o caso de uma turista venezuelana que havia sido internada na capital. Outro caso investigado deu negativo, conforme o órgão.
Os casos suspeitos foram identificados na semana passada, em Manaus. Segundo a FVS, a venezuelana, de 26 anos, veio à capital do estado para férias com familiares. Após quatro dias na cidade, a mulher apresentou quadro de febre, dores articulares e apresentava manchas avermelhadas na pele. Conforme a FVS, o diagnóstico da turista é classificado com "caso importado", já que ela chegou ao Amazonas com a doença incubada. Ela retornou à Venezuela na última semana.A FVS afirmou que, até o momento, não foi constatada a presença do vírus no estado. No entanto, as equipes de vigilância devem reforçar a atenção em virtude da circulação do mosquito, que é o mesmo transmissor da dengue.
"A introdução do vírus é real. A paciente retornou para seu país de origem na última quinta-feira (30), mesmo antes da liberação do resultado laboratorial. Nós realizamos em conjunto com Secretaria Municipal de Saúde (Semsa-Manaus) todas as medidas necessárias, inclusive o bloqueio sanitário para combater o vetor", disse o diretor- presidente da FVS-AM, Bernardino Albuquerque, por meio da assessoria.
Até o dia 25 de outubro, o Ministério da Saúde registrou 828 casos de Febre Chikungunya no Brasil, sendo 155 confirmados por critério laboratorial e 673 por critério clínico-epidemiológico. Do total, são 39 casos importados de pessoas que viajaram para países com transmissão da doença, como República Dominicana, Haiti, Venezuela, Ilhas do Caribe e Guiana Francesa.
Febre chikungunya
O vírus é transmitido pela picada de mosquitos fêmea infectados. São eles o Aedes aegypti, de presença essencialmente urbana, em áreas tropicais e, no Brasil, associado à transmissão da dengue; e o Aedes albopictus, presente majoritariamente em áreas rurais, também existente no Brasil e que pode ser encontrado em áreas urbanas em menor densidade.

Sintomar da febre chikungunya (Foto: Reprodução/TV Globo)
O vírus não é transmitido entre seres humanos. O mosquito adquire o vírus ao picar uma pessoa infectada, durante o período de viremia, ou seja, um dia antes do aparecimento da febre até o quinto dia de doença, quando a pessoa ainda tem o vírus na corrente sanguínea.
Após um período de incubação médio de dez dias, o mosquito torna-se capaz de transmitir o vírus a um humano. Após a picada de um mosquito infectado, os sintomas da doença tipicamente aparecem após um período de incubação intrínseco médio de três a sete dias. A maioria dos indivíduos apresenta doença sintomática após um período de incubação de dez dias. Porém, nem todos os indivíduos infectados com o vírus desenvolvem sintomas.
Não há um tratamento capaz de curar a infecção, nem vacinas voltadas para prevení-la. O tratamento é paliativo, com uso de antipiréticos e analgésicos para aliviar os sintomas. Se as dores articulares permanecerem por muito tempo e forem dolorosas demais, uma opção terapêutica é o uso de corticoides.
Do G1 AM
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Brasil registra primeira transmissão interna da febre chikungunya

20 setembro, 2014

O Brasil registrou, pela primeira vez, a transmissão interna da febre chikungunya, doença que, como a dengue, é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e apresenta sintomas semelhantes.
Os primeiros casos no Brasil foram registrados em Oiapoque (AP), em um pai e uma filha, confirmados na última semana. Além do Aedes Aegypti, o Aedes Albopictus também é um vetor importante no contágio da enfermidade.
Como o vírus é novo no Brasil e pega a população suscetível, há o alerta sobre a possibilidade de registro de alto número de casos, como já ocorreu com a entrada de novos sorotipos de dengue no Brasil, principalmente no verão, o que reforça a necessidade de medidas de prevenção.
Julia Chaib - Correio Braziliense
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Araçoiaba da Serra confirma caso de chikungunya

10 agosto, 2014


Um caso de chikungunya, doença parecida com a dengue, foi confirmado nesta quinta-feir (7), pelo serviço de vigilância epidemiológica de Araçoiaba da Serra, região de Sorocaba. É o 15º caso da doença no Estado de São Paulo, mas todos são importados, ou seja, os pacientes adquiriram o vírus em outro país, segundo a Secretaria de Estado da Saúde. O paciente, um missionário que retornou no dia 24 de julho de um trabalho no Haiti, está em repouso e isolado em casa para evitar a propagação. Segundo a vigilância, ele já apresentava os sintomas quando chegou da viagem.

Um dia após a notificação da suspeita, foram feitas coletas de material para exame e iniciado o bloqueio do caso, com a aplicação de inseticidas em 379 residências próximas. Como a doença é transmitida pelo mosquito Aedes, o mesmo da dengue, é preciso controlar o mosquito para evitar que ocorram novos casos. Os trabalhos foram acompanhados pela Superintendência de Controle de Endemias (Sucen). De acordo com a prefeitura de Araçoiaba da Serra, a cidade ainda não registrou casos autóctones (contraídos na própria cidade) de dengue em 2014, o que pode indicar que o mosquito está bem controlado.

A confirmação da doença foi feita pela Delegacia Regional de Saúde (DRS), após exames em laboratório credenciado. A febre chikungunya é uma doença viral parecida com a dengue. Os sintomas iniciais são febre alta, de início repentino, dores intensas nas articulações de pés e mãos, dedos, tornozelos e pulsos, dores de cabeça, dores musculares e manchas vermelhas na pele. Diferentemente da dengue, uma parte dos indivíduos infectados pode desenvolver a forma crônica da doença, com a permanência dos sintomas, que podem durar entre seis meses e um ano.

A doença é comum em algumas regiões da África e já teve casos em países da Ásia e da Europa. Recentemente o vírus foi identificado em ilhas do Caribe e na Guiana Francesa, que faz divisa com o Estado do Amapá. No Brasil, a preocupação é maior porque o Aedes aegypti e o Aedes albopicus, mosquitos transmissores da dengue e da febre amarela, têm condições de espalhar esse novo vírus pelo País.

Seu ciclo de transmissão é mais rápido que o da dengue. Em no máximo sete dias, o mosquito começa a transmitir o vírus para a população que não tenha anticorpos contra ele. De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado, os casos de infecção pelo vírus chikunguya em São Paulo acometeram principalmente soldados do Exército brasileiro que retornaram de uma missão de paz no Haiti. Os pacientes foram tratados e não houve óbito.
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Novo tipo de meningite transmitida por caramujo africano avança no Brasil

06 agosto, 2014

Uma nova forma de meningite – transmitida por parasitas – está se espalhando pelo país. Levantamento publicado pela revista científica Memórias do Instituto Oswaldo Cruz mostra que a meningite eosinofílica já foi diagnosticada em seis estados, nas Regiões Nordeste, Sul e Sudeste.
Foram diagnosticados 34 casos e uma morte desde 2006.
As formas mais conhecidas de meningite são virais ou bacterianas. Já a eosinofílica é causada por um verme, oAngiostrongylus cantonensis, e é transmitida por crustáceos e moluscos, incluindo o caramujo gigante africano.
A preocupação dos pesquisadores é alertar profissionais de saúde, uma vez que se trata de um parasita recente, identificado no Brasil há oito anos. Os casos da doença ocorreram em São Paulo, Rio, Espírito Santo, Pernambuco, Paraná e Rio Grande do Sul.
Os sintomas da meningite eosinofílica são semelhantes aos das outras: dor de cabeça persistente, febre alta e, menos frequentemente, rigidez na nuca. O que permite diferenciar é o exame do liquor, líquido entre as meninges, extraído por punção lombar.
O artigo mostra, ainda, que o caramujo gigante africano é o vetor mais frequente do A. cantonensis no Brasil. Os caramujos ingerem fezes de roedores contaminadas com larvas do verme.
Quando se locomovem, liberam um muco, para facilitar o deslizamento, que também contém larvas. As pessoas podem ser infectadas se ingerirem esse muco. Isso ocorre no consumo de legumes, verduras, e frutas mal lavados, por exemplo. Ou se tocaram nas plantas e vegetais e depois levaram a mão à boca.
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Chikungunya, novo vírus transmitido pelo Aedes, é ameaça real na América do Sul

13 junho, 2014

Vetor da dengue é protagonista de nova preocupação epidemiológica. Ministério da Saúde alerta estados e municípios, uma vez que sintomas são muito parecidos, acrescidos de fortes dores articulares





Originário da Tanzânia e amplamente disseminado entre países africanos e asiáticos, o vírus chikungunya fez as primeiras vítimas em solo caribenho em dezembro e acendeu o sinal de alerta ao longo de toda a América do Sul. Muito parecida com a dengue – inclusive o vetor de transmissão, o mosquito Aedes aegypti, é o mesmo –, a doença também acarreta febre, dor de cabeça e fadiga. A grande diferença está nas dores articulares, que podem acompanhar o paciente por meses. Nos casos mais agudos, essas dores se assemelham à artrite reumatoide e em situações extremas podem levar a deformidades. Essa foi a primeira vez que o vírus foi transmitido no hemisfério ocidental de forma autóctone, ou seja, já contaminou os mosquitos locais.

Os casos registrados anteriormente foram todos importados por meio de turistas picados em países onde a doença é endêmica (veja quadro). Inclusive, no Brasil foram identificadas, em 2010, três situações como essa. Na época, os viajantes já chegaram infectados vindos da Indonésia e da Índia. Até então não havia nenhuma identificação de contágio dentro do continente americano. Diante da proximidade e das condições favoráveis, especialistas já cogitam a possibilidade de propagação para a América Central e do Sul. "Acho que em cinco anos no máximo ele estará aqui. Mas pode ser antes", admite o infectologista do Hospital Israelita Albert Einstein Artur Timerman, umas das principais autoridades no assunto.

Ciente do risco, o Ministério da Saúde (MS) anunciou a implantação do sistema de vigilância e monitoramento da febre do chikungunya no país. Entre as ações adotadas, o órgão emitiu comunicado às secretarias estaduais e municipais de Saúde, alertando sobre as características e sintomas da doença. Segundo informações da Secretaria de Vigilância em Saúde, do MS, um manual está sendo preparado para distribuição entre os profissionais da área. O material trará detalhamento completo das ações que devem ser adotadas com foco na prevenção e controle da doença.

"Uma equipe de médicos foi enviada à ilha de Martinica para atualização clínica no manejo de pacientes, que servirá para capacitação dos profissionais da área de assistência no Brasil", antecipou a secretaria. As medidas não param por aí. Laboratórios centrais de saúde pública (Lacen) das secretarias estaduais de Saúde vão ser capacitados com técnicas de diagnóstico para servirem de apoio às ações de vigilância, controle e assistência.

GRANDES EVENTOS E COPA 
Pedro Vasconcelos, chefe da seção de Arbovirologia e Febres Hemorrágicas do Instituto Evandro Chagas (IEC), único no Brasil preparado para realizar o diagnóstico da doença, informou que uma equipe de profissionais já foi treinada e outra já está sendo formada. Tudo para que, assim que o vírus entrar no país, as ações de contenção sejam colocadas em prática. "O risco de o vírus se disseminar existe. A chance aumenta com eventos como a Copa do Mundo, que vai atrair milhares de pessoas de vários locais para o Brasil, inclusive de áreas onde o vírus já está circulando", observa Pedro. O especialista lembra que os tipos 1, 2 e 3 do vírus da dengue entraram no país pelo Rio de Janeiro, logo depois do período de carnaval, o que também aumenta o alerta.

PRODUÇÃO DE ANTÍGENO
O Instituto Evandro Chagas é o único laboratório da América Latina a possuir o vírus Chikungunya para produção de antígeno e anticorpos utilizados no diagnóstico da patologia. "Foi firmado um acordo entre o governo brasileiro e dos Estados Unidos para que recebêssemos esse material e pudéssemos realizar a produção local. Desta forma, não dependemos do fornecimento externo", observa Pedro Vasconcelos. O vírus chegou no Brasil em 2002 e desde então o antígeno e os anticorpos estão sendo elaborados. "Hoje a quantidade que temos vem sendo usada para treinamento. Vamos enviar material para alguns poucos laboratórios que são referência regional, mas a distribuição mais intensa ocorrerá à medida em que os casos forem confirmados", afirma. A Fundação Ezequiel Dias (Funed), em Minas Gerais, estaria entre os laboratórios candidatos.



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GRIPE INFLUENZA A H1N1

02 abril, 2012

Sinônimos: gripe do porco; gripe A
O que é?
É uma doença causada por uma das mutações (geralmente H1N1) do vírus Influenza A. Portanto, é um vírus novo, com material genético desconhecido para o sistema imunológico das pessoas. Este novo vírus surgiu devido a uma grande variação antigênica do vírus Influenza.
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Morre em Barbalha garoto que contraiu raiva humana

13 março, 2012



 Em caso de agressão de animais, ferimento deve ser lavado com água e sabão e pessoa deve ser encaminhada ao médico
Barbalha O quinto óbito de raiva humana no Estado, em oito anos, foi registrado na manhã de ontem, neste Município, às 5h40, no Hospital e Maternidade São Vicente de Paulo. O garoto de 9 anos, de iniciais C.E.F., teve parada cardiorrespiratória.
Ele foi internado com sintomas da doença no último dia 22, depois de transferido do Hospital Geral Brejo Santo, com suspeita de meningite. Há mais de 30 dias que a criança havia sido mordida por um sagui, popularmente conhecido por soim, na zona rural de Jati, onde morava.
Alguns dias depois, a família percebeu os sintomas. Das cinco pessoas que morreram por raiva humana, quatro delas foram mordidas pelo animal. O menino será sepultado na manhã de hoje, no Município de Jati.
O garoto deu entrada no Hospital São Vicente de Paulo com um quadro de inquietação, febre e vômitos. A hipótese de meningite chegou a ser afastada pelos médicos, em Barbalha, logo que a criança chegou ao hospital de Barbalha.
Durante conversa com os familiares, os médicos foram informados que o garoto havia sido mordido pelo sagui no início de fevereiro, o que afastou de imediato a hipótese dele estar com quadro de meningite. A imunização, segundo o coordenador de Promoção e Proteção à Saúde do Estado, Manoel Fonseca, teria impedido que o vírus se instalasse no organismo da criança.
A suspeita de raiva humana surgiu veio depois que os médicos foram informados que C.E.F. havia sido mordido por um sagui, há 30 dias.
 garoto não havia realizado a prevenção da doença. Os profissionais solicitaram diagnóstico de um neurologista e também de um infectologista para que o tratamento fosse iniciado. Os familiares de C.E.F. ficaram até o início da tarde de ontem, em Barbalha, no Sistema de Verificação de Óbito (SVO), até o corpo ser liberado para sepultamento.
O paciente permaneceu em coma induzido na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), pediátrica, do hospital, com assistência de uma equipe de médicos do hospital e orientação de profissionais do Ministério da Saúde.
Foi iniciado o tratamento imediato, desde a detecção da doença, por meio do Protocolo de Recife, forma de tratamento adotada pelo médico americano Rodney Willoughby Jr., com antivirais e sedação profunda do paciente. Inclusive, segundo o diretor do hospital em Barbalha, Antônio Ernani Freitas, o próprio ´médico americano chegou a ser contatado.
Exames
Os exames iniciais para confirmação da doença foram realizados com amostras da saliva da criança, pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Ceará (Lacen). Além das poucas chances de vida, segundo o hospital, a criança demorou muito até receber atendimento médico. Os sintomas da doença, conforme o diretor do hospital, já estavam bastante avançados.
Logo que o menino chegou ao hospital, respirando com a ajuda de aparelhos, foi atendido por um neurologista e um infectologista. Na última sexta-feira, o Ministério da Saúde autorizou o Hospital São Vicente a ministrar o último remédio que faltava no Protocolo de Recife.
Mesmo com as poucas chances de sobrevivência, o remédio não chegou a tempo. Mesmo com a confirmação da doença pelo laboratório de Fortaleza, estava sendo aguardado outro exame procedente de São Paulo.
No Estado do Ceará, foram registrados, desde 2005, casos em São Luis do Curu; 2008, em Camocim; 2010, em Chaval e Ipu; e em 2012, no Município de Jati. O único caso transmitido por mordida de cachorro aconteceu em Chaval.
Manoel Fonseca disse que os profissionais da Secretaria conversaram com todas a pessoas que tiveram contato com a criança e foi realizada imunização dos animais. Também foi feito um levantamento na área de pessoas que pudessem estar criando animais como raposa, guaxinin e mesmo o sagui, que é o mais comum.
Ele orienta que as pessoas não alimentem, prendam ou criem esses animais. Mas há também a transmissão por meio de mordidas de cães e morcegos. A criança do Município de Jati teve um dos dedos das mãos mordido pelo sagui.
Segundo o coordenador Manoel Fonseca, é a forma mais rápida de a transmissão acontecer, em que há maior risco, já que nas pontas dos dedos estão os terminais nervosos e a irrigação sanguínea. "Nas mãos estão os sentidos mais aguçados do corpo humano", enfatiza.
Campanha
A informação para a comunidade de Jati sobre os riscos da doença foi feito por meio do Núcleo de Vetores da Secretaria de Saúde do Estado. Preocupada com o caso, a Sesa irá iniciar campanha alertando contra a doença, principalmente com a transmissão relacionada a animais silvestres.
Com o slogan "Animal silvestre é para viver na mata", a finalidade é alertar para os casos registrados nos últimos anos, em que 80% deles aconteceram com transmissões por meio do soim, que é mais difícil de ser imunização porque vive nas matas.
O grau de letalidade da raiva, segundo a Secretaria de Saúde, é próxima de 100%. No Brasil, foi registrado apenas o caso do pernambucano de 16 anos, Marciano Gomes, em que foi aplicado o Protocolo Recife. Outro caso aconteceu nos Estados Unidos, mas os dois pacientes ficaram com sequelas.
O caso da Jati aconteceu quando crianças saíram para a mata para caçar, inadvertidamente, um soim. Levaram o animal para casa e um deles passou a brincar com o bicho, quando foi mordido no polegar. O corte profundo provocado pela mordida foi a porta de entra do vírus da raiva. Os sintomas da doença começaram 20 dias depois.
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Leishmaniose Canina ou Calazar Canino

19 dezembro, 2011

Limpeza de terrenos faz parte da ação preventiva contra as duas doenças. Centro de Zoonoses realiza exames gratuitos para detectar calazar.
Leishmaniose Canina

A Leishmaniose canina é uma doença parasitária transmitida pela picada do mosquito infectado (fêmeas da espécie Lutzomia longipalpis - também conhecido por mosquito-palha)

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Terapia natural do Dr. Simoncini - Cura do câncer de pele utilizando BICARBONATO DE SÓDIO

07 dezembro, 2011

Basalioma
O tratamento escolhido para basalioma  baseia-se na tintura de iodo a sete por cento, pois esta é capaz de precipitar as proteínas do corpo dos fungos e de destruí-los  em um curto  período  de tempo.
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"Prima" da dengue pode se espalhar no país.

19 março, 2011

Pesquisadores do Rio e de Belém alertam para o risco de que a febre chikungunya, causada pelo mesmo mosquito que transmite a dengue, se espalhe pelo país.
Os médicos diagnosticaram um caso dessa febre a partir de testes sorológicos para a detecção de anticorpos do vírus da doença. O paciente é um surfista carioca de 41 anos, contaminado em uma viagem à Indonésia, em agosto de 2010.
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FILARIOSE

23 fevereiro, 2011

A Prefeitura do Recife inicia, na tarde desta terça-feira (19), o tratamento coletivo contra a filariose em 11 bairros da capital pernambucana. A iniciativa segue até a segunda quinzena de novembro e deverá contemplar quase 111 mil moradores de áreas endêmicas para a enfermidade. Como parte do programa “Xô Filariose”, pessoas com idades de quatro a 65 anos receberão o remédio contra a doença em casa, entregue por agentes comunitários de saúde (ACSs).
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Saúde alerta sobre chikungunya, doença inédita no País.

10 dezembro, 2010

O Ministério da Saúde determinou o aumento das ações de vigilância e prevenção relativas a uma
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