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Dengue é doença do século e está sendo negligenciada, alerta especialista da OMS

17 março, 2017

A dengue é a doença do século devido à sua ampla distribuição e, mesmo assim, está sendo negligenciada, alertou na terça-feira (14) o coordenador de gestão e ecologia do vetor da Organização Mundial da Saúde (OMS), Raman Velayudhan, durante o 1º Workshop Internacional Asiático-Latino-Americano sobre Diagnóstico, Manejo Clínico e Vigilância da Dengue, que acontece em Brasília até quinta-feira (16).
“Essencialmente, é a doença do século, com uma distribuição muito incerta. À medida que a malária está diminuindo, a dengue está crescendo. Um mosquito substituiu o outro”, alertou o especialista.
Falta de saneamento contribui para disseminação da dengue, alertam especialistas.
Foto: EBC

A dengue é a doença do século devido à sua ampla distribuição e, mesmo assim, está sendo negligenciada, alertou na terça-feira (14) o coordenador de gestão e ecologia do vetor da Organização Mundial da Saúde (OMS), Raman Velayudhan, durante o 1º Workshop Internacional Asiático-Latino-Americano sobre Diagnóstico, Manejo Clínico e Vigilância da Dengue, que acontece em Brasília até quinta-feira (16).
“Essencialmente, é a doença do século, com uma distribuição muito incerta. À medida que a malária está diminuindo, a dengue está crescendo. Um mosquito substituiu o outro”, alertou o especialista.
Velayudhan identifica a dengue como uma doença dinâmica e, ao mesmo tempo, negligenciada. “Esses vetores já transmitem quatro enfermidades. A dengue é a maior ameaça, devido às mudanças climáticas e ambientais e à fácil adaptação dos vetores (Aedes aegypti e Aedes albopictus)”, pontuou.
“Esses mosquitos têm a capacidade de armazenar ovos em muitos lugares diferentes. Como conseguiremos eliminar todos? Em larga escala, será um desafio praticamente impossível. Por isso, temos que trazer a população para um nível em que isso aconteça.”
O especialista ressaltou também que, com a redução dos casos de dengue, as pessoas tendem a “ter menos medo” de serem infectadas, o que é prejudicial para o combate aos vetores. Dessa forma, torna-se imprescindível que os governos passem mensagens-chave para a comunidade, alertou.
Velayudhan citou casos de comunicação bem-sucedidos realizados em Laos e nas Filipinas e lembrou que a OMS tem trabalhado em uma série de ferramentas e novas tecnologias para ajudar diversos países no controle de vetores.
Os primeiros registros de dengue na América Latina remetem há 400 anos, segundo José Luís San Martín, assessor regional da OPAS/OMS para o controle da dengue. “As Américas são um continente com um longo histórico de circulação do vírus. Na década de 1980, houve uma estabilização, mas esse ciclo foi interrompido nos últimos quatro anos com a entrada do chikungunya e do vírus zika”, declarou. Deste então, áreas que não notificavam transmissão passaram a reportar casos.
Realizado pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) em parceria com o Ministério da Saúde e o Programa de Cooperação de Singapura, o evento tem como objetivo fortalecer as capacidades técnicas dos participantes de países das Américas e da Ásia sobre a doença — considerada a infecção viral transmitida por mosquitos com a maior disseminação no mundo.
Vinte e um países participam do workshop: Brasil, Barbados, Colômbia, Costa Rica, Cuba, República Dominicana, El Salvador, Guiana Francesa, Índia, Jamaica, Malásia, México, Nicarágua, Paraguai, Peru, Filipinas, Porto Rico, Singapura, Tailândia, Venezuela e Vietnã.
De acordo com Luis Castellanos, chefe da Unidade de Doenças Infecciosas Negligenciadas, Tropicais e Transmitidas por Vetores da OPAS/OMS, a agência da ONU está focada em populações que vivem em situação de vulnerabilidade e de extrema pobreza na região das Américas.
“A dengue é um problema de gerações, que nos desafia cada vez mais. Temos que ser mais fortes que esse vetor e essa doença”, alertou. Ele considera o encontro entre países latino-americanos e asiáticos uma iniciativa enriquecedora em termos de saúde pública. “Temos que compartilhar as melhores práticas de nossos países acumuladas ao longo do tempo”.

Desafios do Brasil e Singapura

O coordenador-geral dos Programas Nacionais de Controle e Prevenção da Malária e das Doenças Transmitidas pelo Aedes do Ministério da Saúde, Divino Martins, explicou a situação vivida pelo Brasil nos últimos anos.
“Estamos passando por momentos conturbados, principalmente por conta da capacidade etimológica do Aedes para novas arboviroses.” Uma das preocupações expostas por ele é em relação à infestação do Aedes, que já está presente em até 80% dos municípios brasileiros.
“Temos a circulação simultânea dos três arbovírus (dengue, chikungunya e zika). A similaridade entre eles traz um conjunto de dúvidas do ponto de vista clinico e laboratorial, por haver muitas vezes resultados cruzados”.
Martins considera essencial ter em mente os fatores que contribuem para a expansão das arboviroses, o que pode ajudar a “entender o quão complexo é realizar o controle vetorial de uma forma mais holística”.
Segundo o coordenador, questões como o saneamento básico, o desordenamento urbano, a densidade populacional em áreas urbanas, as irregularidades no abastecimento de água e o lixo doméstico, responsável por 80% dos focos de mosquitos transmissores, são importantes para auxiliar nesse entendimento. “É necessário repensar uma política. Várias medidas são necessárias para o combate à dengue”, complementou.
Chin Siew Fei, ministra-conselheira da Embaixada da República de Singapura em Brasília, falou sobre como seu país tem enfrentado o principal transmissor da dengue, o Aedes. “Estamos tentando novos métodos de controle de vetores, como a infecção de mosquitos com a bactéria Wolbachia, o que pode limitar os níveis de transmissão”, revelou. “Não hesitaremos em compartilhar tudo o que aprendermos com vocês. Esperamos que a troca de ideias e informações beneficie todos os países.”
Ng Lee Ching, diretora do Instituto de Saúde Ambiental da Agência Nacional do Meio Ambiente de Singapura, alega que um dos problemas que desafiam as autoridades de saúde do país é a mudança na faixa etária de pessoas infectadas, antes composta principalmente por crianças.
“Hoje há mais adultos infectados e isso nos leva a uma preocupação com a segurança dos bancos de sangue. Temos alguns casos (assintomáticos) de transmissão de dengue por transplante de órgãos e transfusão”, ponderou.
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Ministério Público recomenda combate imediato ao Aedes aegypti em 13 municípios

08 fevereiro, 2017


Inseto é vetor da dengue, febre chikungunya, zika vírus e também da febre amarela


O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) emitiu uma recomendação aos prefeitos e secretários de Saúde de 13 municípios do interior para que eles tomem medidas imediatas para o controle do Aedes aegypti e manejo clínico da dengue, febre chikungunya e zika vírus. O documento tem como alvo os gestores de Afogados da Ingazeira, Brejinho, Carnaíba, Iguaracy, Ingazeira, Itapetim, Quixaba, Santa Terezinha, Sertânia, São José do Egito, Solidão, Tabira e Tuperatama.

De acordo com os promotores de Justiça Lúcio Luiz de Almeida Neto (Afogados da Ingazeira e Iguaracy), Lorena de Medeiros Santos (Brejinho e Itapetim), Fabiana de Souza Silva Albuquerque (Carnaíba e Quixaba), Aurinilton Leão Carlos Sobrinho (Ingazeira, Santa Terezinha, São José do Egito e Tuparetama), Júlio César Cavalcanti Elihimas (Sertânia) e Manoela Poliana Eleutério de Souza (Solidão e Tabira), nos últimos anos, as arboviroses em Pernambuco têm apresentado altas taxas de incidência e elevado grau de letalidade. Além disso, é necessário estar atento à proliferação de casos de febre amarela, transmitida pelo mesmo vetor, com relatos de casos nos estados de Minas Gerais e Bahia.

Entre as medidas recomendadas está abster-se de reduzir a oferta de serviços de saúde de qualquer natureza, em especial das ações de controle ao vetor e manejo clínico da dengue, zika e chikungunya, aportando os recursos necessários à execução dessas ações. Os gestores também deverão fiscalizar e garantir o efetivo cumprimento, pelos médicos, do protocolo clínico para as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, fazendo a diferenciação e a notificação necessária, evitando fazer constar a informação genérica virose.

Os Planos Municipais de Enfrentamento às Doenças Transmitidas pelo Aedes aegypti deverão ser executados integralmente pelas gestões municipais, com a adoção de todas as medidas previstas para a redução dos agravos, cumprindo-se as orientações constantes no Plano de Contingência Nacional para Epidemias da Dengue vigente, elaborado pelo Ministério da Saúde, no Plano de Enfrentamento das doenças transmitidas pelo Aedes 2016/2017, da Secretaria de Saúde de Pernambuco, e na Nota Informativa nº 01/2015 – COES MICROCEFALIAS – Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional – ESPIN.

Caso o município não possua um Plano Municipal de Enfrentamento às Doenças Transmitidas pelo Aedes aegypti, deverão ser adotadas as medidas emergenciais determinadas pelo Ministério da Saúde e Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE).

Os gestores deverão analisar a situação epidemiológica do município quanto à ocorrência das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti e intensificar o fluxo de notificação das unidades de saúde das redes pública e privada, ressaltando que, para os casos suspeitos de chikungunya e óbitos suspeitos de dengue, a notificação deve ser imediata. Também deverão ser notificados, imediatamente, todos os casos de microcefalia fetal ou neonatal, através do endereço eletrônico www.cievspe.com/microcefalia.

Os prefeitos e secretários de Saúde deverão identificar e priorizar áreas estratégicas para o bloqueio costal no território, e avaliar com a SES-PE a utilização de UBV pesado (também conhecido como “fumacê da Dengue”), conforme os critérios técnicos preconizados pelo programa estadual de controle do mosquito Aedes aegypti.

Deverão ser suspensas, ainda, as férias de todos os agentes de combate às endemias e agentes comunitários de saúde durante o período de vigência do Decreto Estadual nº44.019, de 9 de Janeiro de 2017 (publicado no Diário Oficial do Estado de 10 de janeiro de 2017), tendo em vista a situação de emergência declarada pelo Estado de Pernambuco e a defesa do interesse público.

Quando verificada situação de iminente perigo à saúde pública pela presença do mosquito, deverão ser adotadas as medidas de vigilância em saúde dispostas na Lei Federal nº13.301/2016, a fim de garantir o ingresso da autoridade sanitária nos imóveis em que haja suspeita da existência de criadouro do Aedes aegypti, sejam estes habitados ou não.

PRAZO PARA ADEQUAÇÃO
Os prefeitos têm um prazo de cinco dias para informar ao MPPE sobre o acatamento da recomendação, especificando as providências adotadas. A recomendação foi publicada no Diário Oficial da última quinta-feira (2).

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MP dá prazo para que UPAs de Pernambuco melhorem atendimento

14 janeiro, 2016

Unidades estão superlotadas por causa do aumento do número de casos de dengue.

O Ministério Público de Pernambuco deu um prazo de um mês para que as Unidades de Pronto Atendimento do interior do estado encontrem soluções para melhorar o atendimento aos pacientes. As unidades estão superlotadas por causa do aumento do número de casos de dengue.
Uma cena que se repete a todo instante. Os carros estacionam e as pessoas saem com os passos lentos e sintomas semelhantes.   

É o que acontece diariamente nas Unidades de Saúde de Pernambuco, o estado nordestino que mais registrou casos de dengue no ano passado. Foram 50.036, crescimento de 622% em relação a 2014.E 2016 começou com emergências lotadas.

Em Pesqueira, no agreste de Pernambuco, o maior hospital da cidade costumava receber 170 pessoas por dia. Agora são 220.
Em Caruaru, maior cidade do interior de Pernambuco, as unidades de saúde estão lotadas. Em um hospital municipal, nos últimos meses a média de atendimentos dobrou. Passou de 100 para 200 por dia. Na UPA municipal, a população se queixa da falta de médicos.
“Só tem um médico atendendo não sei quantas pessoas”, reclama uma mulher.
A responsável pelas unidades diz que vai contratar para atender o aumento do npumero de casos de dengue.
“Na próxima semana nós estamos contratando médicos, clínicos gerais para dar reforço nesses plantões de 12 horas por dia”, afirma Ana Elisabete França.
Um vídeo mostra a superlotação na UPA estadual.
O Ministério Público de Pernambuco entrou no caso. Para os promotores de Justiça, a situação mais crítica é a das unidades de pronto-atendimento. Eles acreditam que as medidas emergenciais tomadas foram importantes, mas insuficientes e deram um prazo para os gestores dessas unidades tracem um plano de combate a superlotação
"Não é razoável uma pessoa chegar de manhã e sair à noite de um atendimento e a gente precisa que o estado e o município apresentem medidas emergenciais uma vez que estamos vivendo uma situação de urgência”, comenta o promotor de Justiça Paulo Augusto Freitas.
A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco declarou que a unidade de pronto atendimento de Caruaru está funcionando com o quadro profissional completo.
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Exército vai disponibilizar 750 soldados para combater Aedes aegypti em Pernambuco

03 dezembro, 2015



O Exército Brasileiro vai disponibilizar 750 soldados para combater o Aedes aegypti em Pernambuco. O anúncio foi feito, na manhã desta quarta-feira (2), durante coletiva de imprensa, pelo secretário estadual de Saúde, Iran Costa, e pelo comandante da 10ª Brigada de Infantaria Motorizada do Exército, General Antônio Eudes Lima. 
Segundo o secretário, os militares passarão a apoiar o trabalho dos agentes de campo no controle do vetor na Região Metropolitana do Recife e nos 19 municípios com maior incidência de casos de dengue e chikungunya, na Zona da Mata, Agreste e Sertão. O Comitê Estadual de Combate ao Aedes aegypti coordenará as ações contra o mosquito, atuando permanentemente pelo Centro Integrado de Comando e Controle Regional, que ficará responsável também pela coleta e análise das informações sobre os indicadores epidemiológicos das doenças.
“A Secretaria vai monitorar, semanalmente, os principais municípios com focos de dengue e, assim, será acionado e fortalecido o trabalho de campo. No entanto, todos são unânimes que uma grande mobilização da população precisa ser feita, já que 90% dos focos dos mosquitos estão em residências. Assim, também reforçaremos o trabalho de comunicação com a população”, comentou o secretário estadual de Saúde, José Iran Costa.
O reforço nas ações de campo começa nesta sexta-feira (4), envolvendo cerca de 200 soldados do Exército, que atuarão na RMR, junto aos agentes de endemias, visitando residências, fazendo o manejo de larvicidas e orientando a população. Neste mesmo dia, terá início o treinamento dos outros soldados, sob a supervisão de profissionais da SES, nos municípios de São Bento do Una, Garanhuns e Petrolina.
Tão logo a capacitação seja concluída, esses soldados passarão a atuar nos 19 municípios do Interior do Estado prioritários no controle do vetor, que inclui cidades da Zona da Mata Norte (Itaquitinga e Goiana), do Agreste (João Alfredo, Lagoa de Itaenga, Passira, Surubim, Jataúba, Taquaritinga do Norte, Vertentes, Brejo da Madre de Deus e Iati), e do Sertão (Arcoverde, Pedra, Inajá, Ibimirim, Custódia, Venturosa, Iguaraci e Tabira). A expectativa é que o trabalho do Exército tenha a duração de três a seis meses.
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Focos de dengue preocupam moradores de Cajueiro Seco

18 agosto, 2015

Durante a temporada de chuvas, é comum encontrar água acumulada em poças, pneus, garrafas, ruas e galerias, que facilitam a reprodução do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. E até buracos de construção se tornam foco do mosquito. Através do Whatsapp do Diario, a leitora Eliane Januário Ferreira denuncia buracos deixados na Rua das Flores, em Cajueiro Seco, Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife, de restos de obras de saneamento e de calçamento da via.

Com as chuvas, os buracos encheram de água e, por conta disso, se formaram locais de reprodução das larvas. “Pelo menos três pessoas já adoeceram na rua desde que as obras foram iniciadas”, afirmou. De acordo com a Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes, o problema está sendo resolvido com a remoção dos materiais que se encontravam na via provocando o acúmulo da água.

De acordo com o gerente da Vigilância Sanitária de Jaboatão dos Guararapes, Jadson Galindo, estão sendo realizadas ações de prevenção da dengue na cidade. “Temos agentes de endemias fazendo visitas diariamente a residências nas sete regionais. Nos locais com maior incidência de dengue, que são os bairros de Cajueiro Seco e Piedade, temos aplicação de fumacê com apoio do estado”, conta Galindo.
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Teste final da vacina da dengue será em outubro

O diretor do Instituto Butantã, Jorge Kalil, disse que a última fase de pesquisa clínica da vacina contra a dengue pode começar dentro de dois meses, caso não esbarre em entraves burocráticos que, segundo ele, têm atrasado os estudos que envolvem testes em voluntários. "Creio que já em outubro poderemos iniciar a fase 3 de estudos clínicos para a vacina contra a dengue. Se isso acontecer, poderemos ter a vacina disponível para a população em 2016", disse. A última fase da pesquisa envolverá a vacinação de 17 mil voluntários durante um ano.

Em 6 de agosto, o início da fase 3 de estudos clínicos da vacina nacional foi aprovado pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). Agora, o Butantã aguarda aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). Segundo Kalil, é possível que a demanda da sociedade por uma vacina exerça pressão sobre os órgãos, acelerando a aprovação. "Já temos mais de 1.300 pessoas que se cadastraram para participar dos testes." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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EUA soltam alerta para turistas sobre dengue no Brasil

25 abril, 2015

Alerta feito pelo CDC para turistas americanos se protegerem da dengue
 no Brasil. (Foto: Reprodução/CDC)
A dengue no Brasil virou motivo de preocupação para os Estados Unidos. O governo 
americano publicou, no site do CDC (Centers for Desease Control - Centro de Controle deDoenças), uma nota nesta segunda-feira sobre a situação, que se encontra em nível de alerta 1 no nosso país, em escala de 1 a 3.

Utilizando dados da Organização Panamericano de Saúde, a nota do CDC mostra que, até 27 de março de 2015, 224.101 casos de dengue foram registrados no Brasil, dentre eles, 52mortes. O texto da nota afirma que os casos da doença aumentaram "dramaticamente" de 2014 para 2015.

A nota ainda aconselha aos turistas americanos que pretendem visitar o Brasil que tomem "precauções usuais", já que o nível ainda é inicial. Caso estivesse no nível 3, a recomendação é que as viagens para países assim sequer sejam feitas. Acre, Goiás e São Paulo são os estados indicados como os mais afetados pela dengue. Já repelentes, blusas de manga longa, calças e chapéus são indicados para se prevenir das picadas dos mosquitos.
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Virose deve ser notificada como dengue, recomenda Governo de Pernambuco

22 abril, 2015



Os pacientes que chegarem às unidades de saúde com manchas avermelhadas na pele, acompanhadas ou não de febre e outros sintomas, deverão ser notificados como casos suspeitos de dengue, assim como aqueles que possuem a sintomatologia clássica da doença. Essa determinação da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES) está sendo encaminhada, nesta semana, a todas as secretarias municipais de Saúde e também às unidades de saúde de todo o Estado. O objetivo é auxiliar no tratamento dos pacientes, divulgando os sinais de alerta da dengue e a necessidade de hidratação.
“Os doentes precisam ir a uma unidade básica de saúde para que seja iniciado o tratamento, a fim de evitar que a doença se agrave. Além disso, a notificação do caso é obrigatória em todo o serviço de saúde e ajuda a orientar as ações de campo para evitar que novos casos ocorram e para nortear as investigações que estão sendo realizadas pela Secretaria de Saúde de Pernambuco”, diz a coordenadora do Programa de Controle da Dengue da SES, Claudenice Pontes.
Desde janeiro, o Estado vem verificando, em todas as regiões, casos atípicos de doença com manchas avermelhadas na pele que não se enquadra nas definições preconizadas pelo Ministério da Saúde para dengue e outras doenças de notificação obrigatória. Contudo, até o momento, pelas amostras analisadas pelo Lacen-PE, laboratório de referência estadual, foram confirmados apenas casos de dengue.
“Apesar da presença de edema articular em alguns casos, esse sintoma desaparece rapidamente, o que descarta a possibilidade de chicungunha, que apresenta dores mais fortes e que podem durar meses”, avisa Claudenice. Ela lembrando que ainda não há caso autóctone de chicungunha em Pernambuco.
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Casos confirmados de dengue em PE dobram, mas óbitos suspeitos caem

03 abril, 2015

Segundo Secretaria de Saúde, foram 1.778 pacientes e 9 mortes em 2015.
No mesmo período de 2014, foram 847 casos confirmados e 15 óbitos.

O número de casos confirmados de dengue em Pernambuco praticamente dobrou nos três primeiros três meses de 2015, em relação ao mesmo período do ano passado. Entre janeiro e março deste ano, 1.778 pacientes foram diagnosticados com a doença. Em 2014, foram 847 confirmações. O aumento do número de casos notificados é ainda maior: passou de 2.602 para 12.023. Mesmo assim, o número de pacientes graves diminuiu e o total de óbitos suspeitos foi na contramão dos casos confirmados, caindo pela metade.
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, nove pessoas morreram por suspeita de dengue neste ano. Exames ainda vão confirmar se os óbitos foram provocados pela doença. No mesmo período de 2014, foram 18 óbitos suspeitos e 15 confirmados. Nesse mesmo período, o número de casos graves caiu de 22 para 15. Mesmo assim, médicos e agentes de saúde lembram que é preciso continuar em alerta. “Nós não podemos nos acostumar com a dengue, apesar de Pernambuco ser um estado endêmico. Essa é uma doença que mata e que tem uma evolução dinâmica. Tanto faz você estar bem agora como em 12 horas não estar mais”, diz a coordenadora de Políticas Estratégicas da Secretaria de Saúde do Recife, Zelma Pessoa.
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É por isso que Zelma pede para as pessoas ficarem atentas aos sintomas da doença e, em qualquer suspeita, procurar uma unidade médica. “Os sintomas são semelhantes aos das demais viroses, como dor no corpo, cansaço físico e febre. Mas também há quadros atípicos, como manchas no corpo. Na dúvida, é melhor notificar como dengue”, afirma. Já a bióloga Vânia Nunes pede para a população não descuidar da limpeza de casa, para evitar a formação de focos do mosquito da dengue. “O perigo pode estar em qualquer lugar. Fala-se muito dos depósitos de água, mas não importa o tamanho, o mosquito pode estar em uma tampinha de garrafa ou em um tonel”, explica Vânia.
Ainda segundo o governo estadual, a maior parte dos casos notificados de dengue está no Recife: 3.936. Por isso, a Secretaria de Saúde da capital lançou um plano de contingência contra o avanço da doença. Segundo Zelma Pessoa, a estratégia conta tanto com a capacitação de agentes de saúde para a orientação da população quanto com o reforço do abastecimento dos insumos utilizados no tratamento da doença nos postos de saúde.
Mas os números da Secretaria Estadual mostram que a doença também é muito comum em cidades como Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes e Goiana, onde foram registrados 564, 550 e 541 casos, respectivamente. Quando se compara o número de casos por 100 mil habitantes, os municípios que apresentaram maior incidência de dengue entre 25 de janeiro e 21 de março foram: Pedra (934,80), Goiana (616,96), São José do Egito (596,60), Iguaraci (552,94), Condado (542,29), Venturosa (526,43), Surubim (446,19), Buenos Aires (416,22),Sanharó (415,38) e Lagoa do Carro (388,47).
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Em 3 dias, 7 cidades de SP têm morte por suspeita de dengue

31 março, 2015


Publicação: 30/03/2015 12:45 Atualização:

Novas mortes com a causa confirmada ou com suspeita de dengue foram registradas, desde sexta-feira, 27, em sete cidades do interior de São Paulo. Em Penápolis, no noroeste do Estado, um homem de 74 anos morreu no sábado, 28, com diagnóstico de dengue. Já Em Sorocaba, mais duas pessoas morreram com os sintomas.

Ainda houve óbitos, com causa a ser confirmada, em Limeira, Caraguatatuba, Pindamonhangaba, Santos e Itanhaém.
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Aumento da dengue em 2015 já preocupa

09 fevereiro, 2015

Depois de um ano de bons resultados, a quantidade de casos de dengue nas quatro primeiras semanas de 2015 aumentou 57,2% em relação a janeiro de 2014. Até 31 de janeiro, foram 40.916 notificações, contra 26.017 no ano passado. O Acre já está em situação de epidemia. Os dados do Ministério da Saúde acendem o alerta, pois o período de pico das infecções pelo Aedes aegypti ainda não chegou. 

Geralmente, no fim das chuvas, entre março e abril, é que a doença se prolifera. Neste ano, em vez das precipitações, a preocupação é justamente com a seca, que pode estar contribuindo para o aumento de casos. Apesar de não apontá-la como a causa principal, o titular da pasta, Arthur Chioro, afirma que a crise hídrica deve estar relacionada ao crescimento em alguns locais, por causa da forma como as pessoas estocam água.

Apesar do aumento de notificações, dados do ministério mostram que o número de casos graves caiu 71,4%, sendo registrados apenas 14 neste início de ano. A mesma situação aconteceu com as mortes, que diminuíram 83,7% (de 37 para 6). E, até então, foram 77 registros com sinais de alarme — classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS) que indica a possibilidade de evolução para caso grave. O levantamento será divulgado hoje por Chioro em evento de prevenção à dengue, em Valparaíso (GO).

Com 2.673 casos, o Acre é o estado com maior incidência da doença: 338,3 casos a cada 100 mil habitantes. Em seguida, está Goiás, com 6.383 registros e incidência de 97,9, 12% menor que a do ano passado, quando ela estava em 111,5 nesse período do ano. O Distrito Federal teve redução de 68% no número de notificações, que passaram de 738 para 233, média de 8,2 registros a cada 100 mil habitantes.

Justamente a região que enfrenta uma grave estiagem teve maior crescimento de casos em 2015. Foram 22,6 mil no Sudeste, um aumento de 55,3%. A alta foi puxada por São Paulo. O estado está com taxa de 40 casos por 100 mil habitantes (17.612 notificações), crescimento de 733% em relação ao ano passado, quando o índice era de 4,8. Na unidade da Federação, está o município com maior taxa de incidência do país: Trabiju. O Rio de Janeiro teve leve aumento na incidência, e Minas Gerais e Espírito Santo apresentaram queda. O Sul teve a menor variação em número de casos.

As razões para o aumento, segundo o ministro da Saúde, variam de acordo com o local. No caso do Acre, por exemplo, dos 2.673 registros, 2.305 foram em Cruzeiro do Sul. “Era uma área que até pouco tempo não tinha a presença do mosquito e da doença, por isso pega as pessoas mais vulneráveis”, disse. Em São Paulo, por exemplo, a seca excessiva pode ter contribuído com a alta do índice. “É inquestionável que a crise hídrica apresenta risco maior de proliferação do Aedes aegypti, porque as pessoas tendem a armazenar água sem proteção, o que aumenta a possibilidade de multiplicação do mosquito.”

Para Chioro, a preocupação dos secretários municipais com a acumulação de água nas regiões afetadas é perceptível. “Não posso atribuir (todo o aumento) à crise hídrica, mas não podemos descartar a correlação e o potencial que isso traz. A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo tem colocado a suspeita de que o acúmulo de recipientes esteja potencializando os casos.” O ministro afirma que será feita uma análise de impacto da crise de acordo com os níveis de precipitação, abastecimento e infecção. É necessário estar atento ao modo de estocar a água e sempre manter o recipiente usado fechado e limpo.
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Aumenta o número de casos de dengue em Petrolina em 2014

02 novembro, 2014

No estado de Pernambuco, aumentou o número de casos confirmados de dengue em relação ao ano de 2013. Em Petrolina, no Sertão pernambucano, o resultado do último índice de infestação do Aedes Aegypti, o mosquito que transmite a doença, também confirma o crescimento de casos na cidade. Já em Salgueiro, depois da epidemia, a situação está controlada.

O resultado do LIRAa, realizado entre os dias 20 e 24 de outubro, foi divulgado pela Secretaria de Saúde de Petrolina. O estudo aponta crescimento de notificações e casos de dengue confirmados. O último índice de infestação predial foi de 0,6%. Isto significa que em cada 100 casas, menos de uma residência teve um caso de dengue notificado.
Em alguns bairros, como o São Gonçalo, Jardim Petrópolis e Cohab VI, este índice chega a 1,2%. Já nos bairros Dom Avelar, São Jorge e Terra do Sul, esse percentual chega a 2,6%.
Em Pernambuco, os casos de dengue confirmados aumentaram 33% este ano, se comparado a 2013, de 4,226 mil subiu para 5,621 mil. Já em Petrolina este índice também aumentou, de janeiro até outubro, 606 pessoas tiveram dengue, já no ano passado foram 46 casos. "Seguindo a tendência de todo o estado, a gente acredita que seja pela reintrodução de outros vírus na região, o que aumenta o número de pessoas expostas, pode ter sido um dos motivos para esse aumento no número de casos com relação ao ano passado", explicou o gerente endemias, Jailson Araújo.
O gerente de endemias diz que várias ações de combate ao mosquito estão sendo realizadas. A orientação da Secretaria de Saúde é para que a população também faça a parte de prevenção, com gestos simples que ajudam a evitar a proliferação do mosquito aedes aegypti. As dicas mais importantes são evitar água parada, não usar areia ao invés de água nos vasos de plantas, manter a tampa da caixa d'água fechada, bem como cisternas ou reservatórios provisórios.
Salgueiro pós-epidemia
Em Salgueiro, depois de enfrentar no primeiro semestre desse ano uma epidemia da doença, o município montou uma força-tarefa para combater os focos do mosquito. Durante a ação, que contou com a parceria com outras secretarias do município, os agentes de saúde encontraram dificuldades. "As casas fechadas foi uma dificuldade para nós. E justamente nestas casas que foram encontrados vários focos", relatou a agente de saúde, Elizabete Nascimento.
Segundo a Secretaria de Saúde de Salgueiro, até o início de outubro, o município tinha registrado 1835 notificações de casos suspeitos de dengue. Mas nas últimas quatro semanas, foram apenas seis notificações.
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Vacina contra dengue tem eficácia de 60,8%, mostra pesquisa

03 setembro, 2014


Depois de 20 anos em desenvolvimento, a vacina contra a dengue em estágio mais avançado no mundo chegou à etapa final mostrando eficácia de 60,8% contra os quatro sorotipos da doença. Outro resultado é que entre as pessoas que foram vacinadas e, mesmo assim, tiveram  dengue, houve redução de 80,3% no número de internações com relação a quem não foi imunizado.


Segundo Sheila Homsani, gerente do Departamento Médico da Sanofi Pasteur, laboratório responsável pela vacina, o estudo está concluído e agora os dados serão consolidados para o pedido de registro à Agência Nacional de Vigilância Sanitária, para que possa ser comercializada no Brasil e, eventualmente, ser incorporada à rede pública. A expectativa é que demore cerca de um ano para o registro sair.

Em etapa anterior, feita na Ásia, a pesquisa havia mostrado eficácia de 88% contra o tipo hemorrágico da doença, considerado o mais grave. Agora, na última etapa, a vacina foi testada no Brasil, em Honduras, no México, na Colômbia e em Porto Rico. No Brasil 3.550 crianças e adolescentes entre 9 e 16 anos das regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste foram vacinados.

A imunização e o acompanhamento foram feitos de junho de 2011 a abril de 2013. O laboratório, no entanto, vai acompanhar por mais cinco anos os imunizados.

Segundo Sheila Homsani, os resultados estão acima das expectativas da Organização Mundial da Saúde, que pretende reduzir em 50% a mortalidade por dengue até 2020.

A dengue é considerada questão de saúde pública brasileira e é doença endêmica de cerca de 100 países. De 1º de janeiro a 19 de julho deste ano, o Ministério da Saúde notificou 688.287 casos da doença e 554 mortes.
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Condição climática atual do Recife favorece proliferação da dengue

05 maio, 2014



Prefeitura faz campanha para uso de rede de proteção em caixas.



Faça chuva ou faça sol, o mosquito da dengue não para de fazer vítimas. As condições climáticas atuais da capital pernambucana – muita chuva, seguida de sol forte – são favoráveis para a proliferação do mosquito. Até o fim de março deste ano, a Secretaria de Saúde de Pernambuco notificou 1.346 casos da doença em 75 cidades, com 249 confirmações. Desse número, sete casos de dengue grave foram registrados, com uma morte. A Secretaria alerta que em cada 10 pontos onde há a presença de larvas do mosquitos da dengue, oito deles são reservatórios de água, como caixas e tonéis.
“Quando chove, junta agua em vários pontos da cidade, e nos domicílios. Depois, com o sol, as larvas se reproduzem e se desenvolvem. Embora o número de casos tenha sido reduzido em relação ao mesmo período do ano passado, a infestação dos domicílios, com a presença da larva, ainda é preocupante. Por isso temos intensificado a campanha nesse período”, explica o secretário de Saúde do Recife, Jailson Correia.
Entre os principais métodos usados para livrar caixas d’água das larvas da dengue está a rede de proteção que pode ser colocada por cima do equipamento. “Nós temos 958 agentes de saúde ambiental trabalhando no Recife, que levam redes de todo tamanho. Quando bem aplicada, ela protege da proliferação das larvas”, aponta Correia.
O Recife figura entre as cidades mais atingidas pela doença, com percentual de notificação de 5,13%, junto com Caruaru(10.77%), no Agreste, e Jaboatão dos Guararapes(12,63%), na Região Metropolitana. Salgueiro (20,73%), Petrolina (7,58%), Gravatá (5,72%) e Olinda (4,38%) também estão entre os municípios com maior quantidade de casos. Os dados deste ano (1.346 notificações) apontam uma redução de 62% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram notificados 3.542 casos.
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Saúde alerta população quanto ao acúmulo de lixo em terrenos baldios

10 fevereiro, 2014

A  Secretaria Municipal de Saúde Pública alerta a população quanto ao acúmulo de detritos em terrenos baldios, no objetivo de evitar a proliferação do mosquito vetor da Dengue, Aeds Aegypt.


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Os agentes do setor de Educação em Saúde têm intensificado as ações de conscientização diariamente solicitando a colaboração da população.

“Se o morador não destina corretamente o lixo, depositando em algum terreno baldio, o mosquito vai se proliferar e pode acabar prejudicando sua própria família, ou ele mesmo, além de outras pessoas. Prevenir é um bem para todos”, explica o coordenador de Educação em Saúde, Fernando Garcia Brito.

Todos os bairros da Cidade contam com coleta de lixo pública, mas é necessário depositar o lixo e entulhos nos locais adequados.

“Vemos terrenos com maior incidência de acúmulo de detritos nos Bairros Vila Piloto, Nossa Senhora Aparecida, NOB, Alvorada, Vila Alegre, Vila Zucão (as margens do Córrego) e outros”, disse o coordenador.DENGUE
Segundo o setor de Vigilância Epidemiológica, em 2013 foram notificados 6.799 casos de dengue e 657 diagnósticos constados positivos.

Neste início de 2014, até esta quarta-feira (5), foram notificados 26 casos e apenas 1 constado positivo.

O coordenador ainda alerta que as notificações neste início de ano não foram altas, “por isso é importante que a população colabore para que os casos diminuam cada vez mais”, orientou.
LIMPEZA
A limpeza destes terrenos baldios, que não são do município, também devem ser mantidos limpos, roçados e com as demais manutenções.

De acordo com o setor de Fiscalização de Obras da Prefeitura, em 2013 foram notificados 1405 proprietários que não mantiveram seu terreno limpo. Já em 2014, o setor emitiu 74 notificações.

A falta de manutenção de limpeza pode também gerar multa ao proprietário.



Por: Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Três Lagoas 
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Entrevista com assassino de Frutal/MG

05 fevereiro, 2014


Em 2013, o número de infectados e mortos por conta do vírus transmitido pelo mosquito da dengue em Frutal (MG) foi tão alto que deixou a cidade em estado de alerta para uma possível epidemia.

Comercial faz alusão à violência na cidade
Comercial faz alusão à violência na cidade
 
Crédito: Reprodução
Para que neste ano a cidade não passe pelo mesmo problema, a Secretaria Municipal de Saúde, a Cidade das Águas Unesco - HidroEx e o Centro de Controle de Epidemias lançam a campanha "Frutal contra a Dengue".
A ação, criada pela Agência Onzee, tem maior parte de sua estratégia no ambiente digital.

A página “Frutal contra a Dengue” reúne informações sobre prevenção e cuidados com o mosquito e a doença. Além disso, depois que a prefeitura realizar a limpeza e verificação dos locais, o selo da luta, desenvolvido a partir do botão curtir do Facebook, será colocado em frente ao estabelecimento. “A ideia é mostrar que o local está protegido”, conta Farid Santhiago, diretor geral de criação da agência.  

O principal produto da campanha é o vídeo criado para redes sociais, que espera se tornar viral entre os moradores de Frutal. A Onzee "aproveitou" a onda de violência que a cidade vem enfrentando para divulgar os cuidados com a dengue. A ideia é mostrar que a dengue é tão assassina quanto a criminalidade. 

“Na cidade existe uma violência muito grande. Inclusive, fomos notícia em todo País recentemente.  O cidadão levou 12 tiros na rua, não morreu, foi para o hospital e, já internado, ainda levou mais cinco tiros. Os assassinos invadiram o hospital para matá-lo. E ele ainda está vivo”, comenta Santhiago.

No mesmo dia em que a notícia ganhou projeção nacional, a Produtora Caneca postou em sua página oficial no YouTube o vídeo “Entrevista com assassino de Frutal”. Em 1 minuto e 36 segundos, o vídeo mostra a entrevista com o suporto serial killer da cidade. “Gosto do sofrimento! Gosto de ver sofrer, primeiro torturo as vítimas, às vezes, por dias e até semanas.”, “Deixo as marcas e depois só me livro delas”, “Porta, janela, quintal... entro em qualquer lugar. E não escolho vítima não. Seja bebê, criança, adulto, velho. Esse é meu trabalho, essa é minha função. Nosso ciclo depende de mim”, são algumas das declarações dadas pelo assassino.

A relação da epidemia de dengue com a violência que a cidade enfrenta, em tom de humor, tem como objetivo comover a população. “Às vezes dizemos que é só uma gripe só que um pouco mais forte, mas não é. Dengue mata! Confesso que só levei a sério depois que meu filho com apenas 10 meses foi infectado e passou um dia inteiro na UTI”, lembra o diretor de criação. 
“Fiz a campanha com muita vontade, vontade de passar todas as informações para a população não ter que enfrentar o que eu tive que passar”, comenta. A criação é de Conrado Lima, Rafael de Paula, Robertta Queiroz e Farid Santhiago. Confira o filme:




Comercial faz alusão à violência na cidade Crédito: Reprodução


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Em RR, municípios devem fazer relatório de proliferação da dengue

Para reforçar os trabalhos de combate à dengue e garantir investimentos do governo federal, os municípios de todo o país devem realizar o levantamento do índice de proliferação do mosquito da dengue. Em Roraima, seis municípios já concluíram o relatório.
Os relatórios devem ser elaborados por cada município e encaminhados para o Ministério da Saúde. Com os dados, será possível mapear e classificar as regiões conforme o risco de proliferação do Aedes aegypti.
"Cada município fará a amostragem por meio de vistorias em residências. O resultado dessa pesquisa servirá como base para entidades municipais, estaduais e federais na tomada de medidas para o controle da doença", disse Joel Lima, gerente do núcleo de controle da dengue.
Dos 15 munícipios do estado, apenas Pacaraima, Alto Alegre, Mucajaí, Boa Vista, São Luiz e Rorainópolis já prestaram as informações. A expectativa é que todas as cidades entreguem o relatório até o próximo dia 15, data final para a emissão dos levantamentos.
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Número de mortos por dengue cresceu 30% no RN, aponta Saúde

03 fevereiro, 2014

A Secretaria Estadual de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) divulgou nesta segunda-feira (3) o boletim epidemiológico da dengue no estado. Os dados revelaram que o número de mortos em decorrência da doença cresceu 30% no RN em 2013 em relação a 2012. A taxa de óbito alcançou 50 casos suspeitos, sendo 26 óbitos por dengue confirmados no ano de 2013.
São José quer criar rede de voluntários para combater a dengue (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)
De acordo com o boletim, até o dia 28 de dezembro de 2013, foram notificados 24.559 casos suspeitos de dengue, sendo 9.809 confirmados. Um total de 107 municípios apresentaram incidência alta em dengue. Os cinco municípios que mais notificaram casos de dengue foram Natal (4.378 casos suspeitos), Parnamirim (2.111), Pau dos Ferros (1.793), Santa Cruz (1.597) e Caicó (1.323).

De acordo com a equipe do Programa Estadual de Controle da Dengue, o número de mortes em decorrência da doença poderia ser menor se o protocolo de atendimento para os casos de dengue, preconizado pelo Ministério da Saúde, fosse seguido corretamente.
“A ausência da investigação dos sinais de alarme - dor abdominal intensa, vômito persistente e sangramentos importantes -, a hidratação inadequada - que deve ser feita desde o primeiro atendimento- e a liberação dos pacientes sem atender aos critérios de alta médica recomendados pelo Ministério da Saúde são indícios apontados, pelo próprio Ministério, como fatores para o aumento das taxas de óbitos por dengue”, explicou Silvia Dinara Pereira, responsável técnica pelo Programa Estadual de Controle da Dengue.
Aos primeiros sinais de febre e dores no corpo, é necessário procurar a unidade de saúde mais próxima e informar ao médico todos os sintomas e, principalmente, evitar a automedicação para não mascarar os primeiros sinais da doença.
Risco de epidemia
A Sesap divulgou também nesta segunda-feira o Mapa de Vulnerabilidade para ocorrência de epidemia de dengue no Rio Grande do Norte em 2014. Foram identificados 43 municípios com risco muito alto para uma epidemia de dengue este ano, entre eles Natal, Parnamirim e Macaíba, na região metropolitana.
O mapa é elaborado seguindo os critérios de incidência de dengue nos últimos 10 anos; índice de infestação predial (porcentagem de imóveis que possuem focos positivos de dengue); índice de pendências (porcentagem de imóveis onde não foi realizada a visita domiciliar do agente de endemias) e densidade demográfica.
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