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Simpósio da Secretaria de Saúde de Pe. sobre o CEATOX.

08 maio, 2014


 








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Porque o escorpião apareceu em minha casa?

10 outubro, 2013

Através de uma solicitação dos moradores da Rua do Riachinho n. 76, uma equipe de técnicos em  Vigilância Ambiental do Distrito Sanitário IV foi acionada no intuito de solucionar a problemática  de escorpiões estarem adentrando  nas residencias.A urgência em seu atendimento se deu por conta da captura de um aracnídeo dentro de uma das 5 casas na semana anterior a esta ação que ocorreu na data de 09/10/2013.
  
Sobre agravos para a saúde - Todas as espécies de escorpião podem inocular veneno pelo ferrão, sendo considerados animais peçonhentos. A gravidade do envenenamento varia conforme o local da picada e a sensibilidade do acidentado . A gravidade do acidente deve ser avaliada pelo médico. Os acidentes geralmente ocorrem quando se manuseia material de construção ou entulho em residências e são mais comuns na primavera e no verão.

                                                         Fotos dos local:





                                                            Imóvel vizinho



















Capacidade de adaptação do escorpião


Além da sustentação, o exosesqueleto rígido do escorpião age como um revestimento rígido, protetor cuja coloração geralmente condiz com o seu habitat. Isto fornece ao escorpião a capacidade de se camuflar. 

A forma achatada dos escorpiões os permitem esgueirar por entre locais muito pequenos e apertados. 

Sua capacidade de inocular veneno e seus fortes pedipalpos combinados com sua velocidade de reação a estímulos fazem do escorpião um predador formidável e perigoso. 

Os escorpiões possuem uma das taxas metabólicas mais baixas do reino animal. Podem permanecer longos períodos sem se alimentar pois ao final de uma única refeição ( na qual ingeriu grande quantidade de alimento), conservam ao máximo energia evitando ao extremo se locomoverem, poupando assim energia para sua manutenção. 

Os escorpiões do deserto são os artrópodes mais especializados em conservação de água. 

O revestimento de seu exoesqueleto os torna impermeáveis evitando perda de líquido corpóreo. 

A necessidade de água da maioria dos escorpiões do deserto é adquirida através de suas presas ou seja através de seu alimento. 

Seus dejetos são extremamente secos devido ao elevado teor de nitrogênio e uma porção mínima de água. 

Respirar através de espiráculos minimiza substancialmente a perda de água através da respiração. Algumas espécies possuem membranas que cobrem as entradas dos espiráculos podendo fecha-las voluntariamente diminuindo ainda mais quaisquer perda de líquido. 

Ao se refugiarem dentro de tocas, sob as pedras ou se enterrando no solo os escorpiões do deserto evitam os períodos mais quentes do dia este procedimento também minimiza a perda de umidade.

Observações no local.

      No trabalho realizado neste dia, em todos imóveis foi possível identificar claramente os fatores de atração do escorpião pelo ambiente, podendo se destacar entre elas:
  • Comércio de alimentos com dejetos sendo jogados no sistema de esgoto.
  • Metralha e entulhos propiciando infestação de baratas.
  • Fossas sépticas fora do padrão ativas e mal vedadas.
  • Construções próximas e o uso de equipamentos que desalojam o escorpião.   
Considerações finais.

            Assista ao vídeo e compreenda a complexidade desta desinsetização onde a solução muitas vezes não está no simples ato de pulverizar o ambiente e sim em orientar todos os moradores além de pedir-lhes a colaboração na retirada de todo material causador da situação de agravos a saúde coletiva. 





Participaram da ação o supervisor Andreilson, os técnicos ambientais Sérgio, Amâncio e Alexandre. 
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Sem controle, leishmaniose mata como dengue em Alagoas

20 maio, 2013


Cães, segundo ONG, podem ser eutanasiados ou tratados, caso sejam infectados pela leishmaniose
Morte ou tratamento de cães infectados com calazar. Esse foi o principal assunto discutido durante toda a semana passada, no Congresso Mundial de Leishmaniose, em Porto de Galinhas, Pernambuco.
Atualmente, portaria interministerial determina a eutanásia desses animais.Para Marco Ciampi, presidente da ONG Arca Brasil, não há por que a sociedade aceitar a eutanásia de animais infectados, sem antes pensar no tratamento.
Segundo ele, o número de cães infectados tem aumentado nos últimos 50 anos devido à falta de ações mais eficazes no sentido de educar a população para evitar o aumento do único transmissor da doença, o mosquito flebotomíneo Lutzomyia longipalpis, popularmente conhecido como mosquito-palha, asa-branca ou pula-pula.Com isso, tem aumentado também o número de óbitos de seres humanos pela doença em Alagoas.
Este ano, a leishmaniose já matou mais que a dengue no Estado, e em outros anos, quando não houve epidemia, os números ficaram sempre aproximados. “Informações técnicas mostram que a medida [eutanásia] tem se mostrado ineficaz por não centrar o controle no mosquito vetor. A política brasileira caminha na tentativa de eliminar a doença através de um dos reservatórios, que é o cão. A própria Organização Mundial de Saúde confirma que essa medida tem sido ineficaz”, disse Ciampi.
A indagação “matar ou tratar” adentra no aspecto ético da saúde e, com mais frequência, os órgãos em defesa dos animais têm cobrado soluções que não envolvam a eutanásia de cães para problemas desse tipo. Apesar das reivindicações dos ativistas, o Governo ainda se mostra indisposto a investir no tratamento da leishmaniose em animais.
“O Brasil é o único país que extermina o cão como medida de controle. Países como Espanha, França e Itália, além de exercerem o controle do mosquito, permitem o tratamento do animal sem nenhum problema. A Espanha, inclusive, fornece os medicamentos para que o animal seja tratado”, comentou o presidente da Arca Brasil.
Desde 2008, uma portaria interministerial impede o tratamento de cães infectados no Brasil. Porém, segundo a ONG, no início deste ano, o Superior Tribunal de Justiça da 3ª Região tornou ilegal a portaria por ter entendido que a atitude coíbe o veterinário de exercer sua profissão.
No Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais, donos de animais que entraram na justiça pelo direito de tratar seus cães ganharam a ação. Em Alagoas o caso ainda é tratado de acordo com a portaria.
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Conheça as diferenças entre gripe, H1N1, dengue e viroses

16 maio, 2013


Sintomas semelhantes confundem pacientes, que não sabem qual especialista de saúde procurar.
Começa com mal-estar, dor de cabeça, vômito. Depois, dor no corpo e febre. Alguns sentem diarreia, dores no abdômen, nariz escorrendo, tosse e mais febre. E outros, tudo isso e mais manchas na pele e calafrios. Os sintomas de dengue, virose, gripe comum e influenza A (H1N1) são muito parecidos e confundem a população na hora de saber quando e quais os especialistas procurar ou se vai para emergência dos hospitais ou postos de saúde. Uma coisa é certa, alertam os infectologistas, é preciso ter cuidado, pois esses males são causados por vírus que, se não forem combatidos, podem evoluir e piorar o quadro geral do paciente.

Nesta época do ano, vírus circulam em Fortaleza e causam a lotação de hospitais, segundo gerente de Vigilância Epidemiológica da SMS Foto: Kléber A Gonçalves
"Em geral, os sintomas são muito semelhantes: febre, cefaleia, cansaço. Na dengue, não ocorre a coriza, mas tem o mal-estar bem parecido com aquele da gripe A, por isso é tão importante, assim que a pessoa perceber os primeiros sintomas, já procurar atendimento médico", orienta o gerente da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde do Município (SMS), Antônio de Lima.

De acordo com ele, nesta época do ano, vírus como os que causam viroses gastrointestinais (com vômitos, diarreia, náuseas) circulam em Fortaleza e vêm lotando unidades de saúde. Além dele, os vírus da gripe comum e A (H1N1), assim como a dengue, também causam preocupação. Com todos eles circulando, quem se contamina fica na maior dúvida.

A dona de casa Ana Aparecida de Oliveira que o diga. Com náuseas, vômitos, dor de cabeça e diarreia, ela procurou ajuda na emergência do Hospital São Carlos e teve seu diagnóstico definido como virose.

Kelly Patrícia, de 5 anos, apresentou febre, tosse e moleza no corpo. A mãe da menina, Jaqueline Soares, suspeitou que a filha estivesse com dengue e optou ir direto para o Hospital Infantil Albert Sabin (Hias), mas o exame de sangue deu negativo, era apenas uma gripe.

Já o professor José Eufrásio de Souza, que sofria com febre alta, dor de cabeça, calafrios, dores musculares e manchas avermelhadas na pele foi diagnosticado com dengue.

Antônio Lima explica que esses casos são frequentes, já que a maioria das viroses começa com sintomas semelhantes. Mas, segundo ele, a grande diferença é que a dengue não causa problemas respiratórios. Entre as viroses respiratórias e a gripe comum, explica, é mais difícil fazer o reconhecimento, pois o que difere uma da outra é apenas a intensidade dos sintomas.

A diferença entre o vírus A (H1N1), conhecido como gripe A, e a gripe comum é possível de identificar pela insuficiência respiratória. Segundo ele, o paciente com a influenza A apresenta um quadro clínico grave e muita falta de ar, o que pode levar a morte. "A reação inflamatória lesa os tecidos do pulmão e o paciente não consegue fazer as trocas gasosas. Este quadro acomete os órgãos como coração e fígado. Portanto, se estiver gripado e apresentar qualquer sinal de insuficiência, vá para uma unidade de saúde", diz.

Infecção

De acordo com o diretor do Hospital São José e infectologista, Roberto da Justa, muita gente pensa que "virose" é um termo usado pelos médicos quando não sabem quais são os males que afligem seus pacientes. "Mas virose existe, sim, e é definida como uma infecção causada por um vírus", frisa.

Ele salienta que, na maioria das vezes, as viroses são benignas e desaparecem no período entre 48 e 72 horas. No entanto, em alguns casos, a doença predispõe o organismo a infecções bacterianas. "Estas, sim, trazem sérios prejuízos para o organismo", indica o infectologista. Cerca de 60% das pneumonias causadas por bactérias decorrem de uma gripe ou de outras viroses respiratórias. Ou seja, o indivíduo tem uma infecção viral que debilita o organismo temporariamente, o que se torna uma oportunidade e tanto para uma bactéria se aproveitar da ocasião e causar uma nova infecção.

Outros quadros infecciosos que também podem ser identificados são sinusite, amigdalite, otite e traqueíte.

Precaução

Em todos os sintomas, sejam eles leves ou mais fortes, orienta o médico, a higiene das mãos e dos alimentos são fundamentais para evitar a contaminação. Os vegetais, como frutas e legumes, devem ser muito bem lavados em uma solução com água filtrada ou fervida e gotas de água sanitária. Isso porque eles são um dos principais transmissores de vírus que atacam o sistema digestivo. Além disso, é preciso manter o corpo sempre hidratado para se precaver contra a desidratação. Por isso, consuma muito suco de frutas e água de coco, além de água pura, principalmente nos dias muito quentes.

Cuidado com alimentos de origem desconhecida vendidos em ruas ou praias. Um lanche natural não é sinônimo de ter sido feito com os cuidados higiênicos adequados.

No caso de diarreias, a alimentação deve ser a mais indicada para esses casos. Alimentos como goiaba e maçã diminuem o problema. Já o mamão, o leite e suco de laranja podem piorar o quadro. Segundo os especialistas, é bom lembrar que crianças e idosos são mais vulneráveis e, por isso, requerem cuidados especiais. Se surgir alguma alteração, esses pacientes devem ser monitorados com mais atenção.

LÊDA GONÇALVESREPÓRTER
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O que fazer se o CVA não realiza mas o recolhimento de cães e gatos abandonados?

15 maio, 2013


 O CVA não realiza mas o recolhimento de cães e gatos abandonados e em situação de risco pra o animal ou seu dono, com isto cresce a problemática do que fazer e que orientações, o técnico em saúde ambiental, deve dar aos moradores que criam dentro de suas residências, um número excessivo de animais?
No site da Prefeitura Municipal do Recife, existe o link destinado a adoção de animais mostrado abaixo:
ANIMAIS PARA ADOÇÃO
caes_abrigo
O Centro de Vigilância Ambiental, vinculado à Diretoria de Vigilância à Saúde da Secretaria de Saúde da Prefeitura do Recife, vem, em acatamento à decisão exarada em 19/12/2007 nos autos do processo nº 001.2007.064234-7 pelo Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da 8ª Vara da Fazenda Pública da Capital, fazer publicar a relação de animais abaixo discriminada, informando que os mesmos se encontram à disposição tanto para o resgate pelos seus proprietários como para doação por eventuais interessados, mediante  a assinatura de termo de responsabilidade em que se assuma o compromisso de tratar o animal adequadamente. Para adotar um animal basta ser maior de idade, apresentar comprovante de residência, carteira de identidade e CPF. O animal será microchipado no ato da adoção e poderá ser castrado gratuitamente neste Centro de Vigilância, mediante agendamento.
AnimalDataDownload
Cão12.11Aqui
Gato12.11Aqui
Endereço:
Centro de Vigilância Ambiental (CVA)
Av. Antônio da Costa Azevedo, 1135 Peixinhos
CEP: 53220-130
Telefones: 33557704 / 33557705
Ponto de referência – vizinho ao Nascedouro de Peixinhos (antigo matadouro)

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COMBATENDO OS RATOS.

14 março, 2013


"Mudei-me há poucos meses para o primeiro andar de um prédio e, como todo paulistano, estou sendo vítima desses indesejáveis hóspedes...
Pergunta daqui, pergunta dali...
Uma amiga me disse que feijão triturado matava ratos, mas não detalhou.
Fui pesquisar e descobri esse estudo da Universidade Federal de Pelotas".

Como fazer:

a) Pegue uma xícara de qualquer feijão cru (sem lavar mesmo);

b) Coloque no multiprocessador ou liquidificador (SEM ÁGUA);
c) Triture até virar uma farofinha bem fininha, mas sem virar totalmente pó.

Onde colocar:

Coloque em montinhos (uma colher de chá) nos cantos do chão;

a) Perto das portas;

b) Janelas (SIM... eles escalam as janelas...)
c) Atrás da geladeira;
d) Atrás do fogão;
e) À beira de esgotos, de córregos e valas, em ruas e/ou alamedas, por exemplo.
OBS.: O custo é muito barato e a eficácia é muito elevada!

O rato come essa farofinha, mas não tem como digerir o feijão (cru), por falta de enzimas digestivas ou substâncias que digerem feijão cru. Isso causa aos ratos envenenamento natural por fermentação. Todos os que ingerem morrem!

A população de ratos se extingue em três dias no entorno da área em que o farelo do feijão cru foi colocado.
DETALHE IMPORTANTE:

a) Ao contrário dos tradicionais venenos (Racumim, por exemplo), o rato morre e não contamina animais de estimação. E a quantidade de feijão que ele ingeriu e o matou é insuficiente para matar um cão ou gato, mesmo porque estes gostam de MATAR pra comer... Mas animal morto, eles não comem. E não há evidências de que o farelo do feijão cru faça mal a gatos e cachorros, pois, eles têm enzimas digestivas capazes de metabolizar esse alimento.

b) Se tiver crianças pequenas (bebês), ainda em período de engatinhamento, que colocam tudo na boca, não faz mal algum, pois o feijão para o ser humano, mesmo cru, é digerido. Mesmo assim, é preciso colocar o "veneno" em lugares seguros, longe do alcance das crianças, isto é, onde crianças não costumam transitar, porque a urina de ratos, em alimentos (no feijão triturado, no caso) pode conter Leptospirose, contaminação microscópica que pode matar seres humanos de qualquer idade, se não tratadas a tempo! Só isso, como cuidado!

DIVULGUEM, POR FAVOR!

NÃO TEM CONTRA INDICAÇÃO.
O MEIO AMBIENTE E A SAÚDE DE TODOS AGRADECEM!
VAMOS PARAR DE UTILIZAR PRODUTOS QUÍMICOS A TODO MOMENTO!

Helena de Oliveira Schwartz
Educadora Ambiental na ONG Makaya / Casa do Zezinho
Estudante de pós-graduação em Gerenciamento Ambiental pela ESALQ - USP
Bióloga Licenciada e Bacharel pela UNESP - Campus Botucatu
 
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REMÉDIOS PROIBIDOS EM OUTROS PAÍSES SÃO COMERCIALIZADOS NO BRASIL.

18 fevereiro, 2013


Para um remédio chegar às prateleiras das farmácias aqui no Brasil, ele passa por uma bateria de testes por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa. Cada país tem uma instituição semelhante. Nos Estados Unidos, a aprovação de novas drogas fica por conta da FDA (Food and Drug Administration).
Para que um remédio possa ser vendido, as farmacêuticas entram com processos independentes em cada país, gerando por vezes avaliações diferentes. Um medicamento proibido lá fora pode ser aprovado aqui, e vice-versa.
O problema é que isso gera temores nos pacientes. A Anvisa reconhece que podem haver situações controversas, mas defende que a fiscalização ocorre de maneira eficaz no Brasil.  Em casos de alertas no exterior (mortes ligadas a um remédio ou proibição dele em outros países), por exemplo, a agência pode retomar as análises e fazer novos testes.
Segundo a Anvisa, todos os medicamentos têm contra-indicações e reações adversas, e o papel dos médicos e da agência é verificar a relação entre os benefícios e malefícios das drogas. Confira remédios que, no exterior, são considerados mais maléficos que benéficos, mas que ainda são vendidos no Brasil:

Pílulas Diane 35

País em que foi proibido: França
O caso mais recente de remédio proibido no exterior, mas ainda à venda no Brasil. Na França, o medicamento, que tinha seu uso liberado para tratamento dermatológico, mas era largamente usado como pílula anticoncepcional, foi proibido após mortes ligadas ao seu consumo.
No Brasil, a proibição francesa gerou um alerta nas autoridades da Anvisa, e a pílula (que aqui também é indicada para acne, mas comumente usada como anticoncepcional) passou a ser monitorada, mas permanece disponível.

Sibutramina

País em que foi proibido: União Europeia, Estados Unidos, Austrália, Uruguai, Paraguai, entre outros
A sibutramina é indicada para pessoas obesas e pode ajudar a perder até 2kg em um mês. Há uma condição, porém: o paciente não pode sofrer de problemas cardíacos. Isso porque estudos mostram que o uso da substância aumenta os riscos de doenças cardiovasculares e alterações no sistema nervoso central.
Por conta desses riscos, a sibutramina já foi proibida na União Europeia e Estados Unidos, entre outros países. No Brasil, ela pode ser comprada com receita médica e assinatura de um termo de responsabilidade. Por aqui, aAnvisa já quis proibir o remédio, mas recuou após pressão de associações médicas e pacientes. Outros emagrecedores (a base de anfetaminas) já foram proibidos, e a sibutramina segue em observação.

Dipirona

País em que foi proibido: Estados Unidos, Suécia entre outros
Já tomou Neosaldina ou Novalgina? Dois dos principais remédios para dor de cabeça e gripe são proibidos nosEstados Unidos porque contêm uma substância chamada dipirona sódica. Por lá, só é possível comprar remédios como Tylenol, que usam paracetamol como ingrediente ativo.
Para a FDA (Food and Drug Administration), a dipirona causa choques anafiláticos com mais frequência que seu concorrente. O caso é polêmico, já que a dipirona foi criada na Alemanha (onde a venda é permitida) e o paracetamol é mais utilizado por empresas americanas.

Avastin

País em que foi proibido: Estados Unidos
O Avastin é um medicamento que reduz o crescimento de novos vasos sanguíneos. Ele é comumente usado como uma droga para tratar diferentes tipos de câncer.
Nos Estados Unidos, a substância deixou de ser usada para o tratamento de câncer de mama, permanecendo aprovada para outros tumores, como colorretal. Segundo as autoridades americanas, não havia evidência de que o Avastin aumentasse ou melhorasse a qualidade de vida das pacientes. Por outro lado, os efeitos como pressão alta e hemorragias ainda eram comuns nas pacientes.
No Brasil e em diversos outros países, a droga permanece indicada para o tratamento de câncer de mama.

Hormônio do crescimento

País em que foi proibido: Estados Unidos, França, Alemanha entre outros
Esse caso é um pouco mais específico. O hormônio é usado para tratar crianças com deficiência no crescimento (alguns adultos também podem se beneficiar do tratamento). Por aqui, ele é usado em sua forma natural ou sintetizada, mas em países como Estados Unidos a versão natural é proibida por manter os possíveis danos colaterais (o hormônio pode prejudicar o sistema nervoso) sem necessariamente trazer os benefícios, já que ele pode não ser eficaz se houver algum problema na sua extração.
Fonte: Exame
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Empresa pernambucana lança máquina de coleta seletiva com jogos digitais

17 outubro, 2012


Recife conheceu nesta terça (16) uma iniciativa inédita no Estado que alia consciência ambiental com entretenimento. A Ecosmart é uma máquina criada pela empresa pernambucana de mesmo nome que coleta latinhas de bebidas e dá em troca brindes que podem ser personalizados. A estratégia também inclui a tendência da “gamificação”, cada vez mais presente na atuação das marcas.
Na Ecosmart, o usuário deposita uma latinha na máquina, que oferece um jogo. Caso termine a brincadeira na tela, que tem auxílio de um trackpad, o vencedor recebe uma lata reciclável com um brinde dentro. A ideia é que marcas aluguem o serviço, levando para diversos eventos ou lugares, sobretudo aqueles de elevado consumo de bebidas.
“O conceito de vending machines existe há um tempo, mas decidimos adaptar à nossa realidade adicionando o quesito diversão”, explica Manuela Duque, CEO da empresa, em entrevista ao NE10. Por aqui, a estreia da máquina acontecerá no Shopping Rio Mar, no dia 29 deste mês. “Há diversas possibilidades para as marcas interagirem com o consumidor, pelo envelopamento da máquina com a campanha, pelo filme publicitário e pela conquista do brinde ecológico, que também é personalizável”.
A máquina é fabricada no Interior de São Paulo, por uma equipe contratada pela Ecosmart. Uma companhia – não revelada – ligada à USP, desenvolveu o produto. Foram R$ 2 milhões em investimento, que Duque espera cobrir em quatro anos de atuação. A máquina foi testada em agosto deste ano em uma praça de alimentação do Shopping Iguatemi, em São Paulo. Foram 4307 latas coletadas em 31 dias, o dobro do esperado. Depois, foi a fez da Feira Internacional da Construção Civil, no Centro de Convenções em Pernambuco. Ali foram 1075 latas em apenas cinco dias.
“Nossa ideia é migrar para um galpão na Imbiribeira em breve e fazer parceria com o Porto Digital no desenvolvimento de jogos”, explica Duque, sobre os planos da empresa. Ela também já planeja uma nova versão da máquina, mais baixa, adaptada para pessoas com necessidades especiais, e com possibilidade de receber garrafas pet. “Isso deve acontecer em maio do ano que vem. Também estudamos coletar pilhas e baterias, mas o estudo para isso não será concluído antes de 2014″.
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Profissionais do SUS poderão se especializar em tuberculose e dengue através de curso à distância do Ministério da Saúde

15 outubro, 2012

O Ministério da Saúde, através da Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), oferece cursos gratuitos de especialização à distância para trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS). Profissionais da área poderão aprimorar seus conhecimentos pela rede de instituições de ensino que oferece educação continuada on-line, no estado, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

A metodologia é a utilização de uma plataforma que disponibiliza cursos autoinstrucionais, além de programas de especialização, aperfeiçoamento, extensão e atualização. Dois cursos de autoaprendizagem estão disponíveis, um deles é voltado para o controle da tuberculose e o outro aborda o manejo clínico de pacientes com dengue. As aulas podem ser acessadas por profissionais de 16 áreas da saúde registrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).
 
Para participar, o profissional deve se registrar na Plataforma Arouca, sistema que viabiliza o acesso aos recursos da UnA-SUS, ou acessar o material como visitante. Se entrar como visitante, o profissional não obterá o certificado ao final do curso.
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Secretaria de Saúde de Pernambuco lança campanha de incentivo à doação de órgãos em embalagem de pão

27 setembro, 2012



A Superintendência de Comunicação da Secretaria de Saúde de Pernambuco inovou na campanha “Diga sim pra vida continuar”, de incentivo à doação de órgãos.

Além das ações tradicionais de publicidade, como comerciais de TV e outdoors, foram produzidas 100 mil embalagens de pão para serem distribuídas aos fregueses de 100 padarias ligadas ao Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria de Pernambuco (Sindipão), nas cidades de Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes.
As embalagens trazem dicas sobre como realizar a doação, buscar informações sobre o tema e também desmistificam alguns mitos, como o de que a captação do órgão deixa o corpo mutilado ou que o quadro de morte cerebral é reversível. Com o mote "Avise sua família que você é doador, converse sobre isso durante as refeições", o objetivo é estimular a discussão do tema durante o café ou jantar, já que o pão vai para a mesa das famílias por uma ou duas refeições a cada dia. 

“A ideia é que, nessa conversa rápida e informal, os parentes expressem aos outros seu desejo de ser doador, o que fará toda a diferença posteriormente, uma vez que as recusas às captações de órgãos se dão, na maioria das ocasiões, porque esse assunto nunca foi tratado com o familiar em vida”, explica o superintendente de Comunicação da SES, Thiago Nunes.

Ele explica que essa ação de mobilização social – que acontece de 26 a 30 de setembro - é inovadora por abranger um grande e diversificado público, já que há padarias com fluxo de duas mil pessoas por dia; proporcionar a substituição, durante uma semana, das tradicionais sacolas de plástico por embalagens recicláveis e também pelo seu baixíssimo custo em relação às mídias tradicionais, como outbus e comerciais na televisão. Essa nova forma de mídia, produzida pelo núcleo de design da Secretaria de Saúde de Pernambuco, é interessante para quem anuncia, para os parceiros (panificadoras), de utilidade pública e ecologicamente correta e será incorporada às demais campanhas da saúde pública, como dengue, Operação Lei Seca e vacinação. De 23 a 30 de setembro, será exibido, nos horários comerciais das TVs da cadeia aberta, o vídeo da campanha, além da colocação, nos em principais pontos da cidade, de 35 outdoors.


Atualmente, cerca de 3 mil pessoas estão na fila de espera por um órgão, sendo a maior parte por rim (1.725 pessoas) e córnea (10.24). Quando os doadores não aparecem, a espera pelo transplante torna-se, muitas vezes, fatal para esses pacientes. Este ano, 1.097 transplantes foram realizados em Pernambuco. Em 2011, no mesmo período, o número foi de 678 procedimentos – ou seja, houve um aumento de 62%. Atualmente, cerca de 2,9 mil pessoas aguardam na fila de espera e, de cada dez familiares abordados, oito se negam a doar os órgãos de pacientes com quadro de morte cerebral (irreversível).


Quando os doadores não aparecem, a espera pelo transplante se torna, muitas vezes, fatal para esses pacientes. Em Pernambuco, a maior lista de espera é por um rim – 1.725 pessoas. Em segundo lugar, estão os que precisam de transplante de córnea (1.024). Em seguida, vem fígado, com 126 pessoas na lista de espera, e, por último, coração, e rim/pâncreas, cada um com quatro pacientes. Até agosto deste ano, 1.097 transplantes foram realizados em Pernambuco. Em 2011, no mesmo período, o número foi de 678 procedimentos – um aumento de 62%. Em relação às doações, houve um aumento de 73% (48 doações em 2011 contra 83 este ano).

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ALGUMAS DÚVIDAS SOBRE A DOENÇA

15 março, 2012


Seguem-se algumas dúvidas sobre a doença. As seis primeiras foram respondidas pelo infectologista Edimilson Migowski da UFRJ e as dez seguintes, publicadas no Jornal do Brasilde 
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51% das cidades sem tratamento de esgoto

21 outubro, 2011


Apesar de a cobertura não alcançar nem metade dos municípios, o Ceará obteve a melhor marca do Nordeste


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Ministério da Saúde anuncia verba de R$ 75 milhões para hospitais de Pernambuco

11 outubro, 2011

O Ministério da Saúde vai liberar, ainda este ano, o repasse de R$ 75 milhões para o Governo de Pernambuco investir em três hospitais do Estado. O anúncio foi feito pelo ministro Alexandre Padilha, em visita ao Hospital da Restauração (HR), área central do Recife, no último domingo (9).
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