PORTARIA GM/MS Nº 3.317, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2020

12 dezembro, 2020

 DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO

Publicado em: 08/12/2020 Edição: 234 Seção: 1 Página: 76

Órgão: Ministério da Saúde/Gabinete do Ministro



Fixa o valor do incentivo financeiro federal de custeio referente aos Agentes Comunitários de Saúde.


O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos I e II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e

Considerando que a Lei Federal nº 11.350, de 5 de outubro de 2006, que regulamenta o § 5º do art. 198 da Constituição, dispõe sobre o aproveitamento de pessoal com fundamento no parágrafo único do art. 2º da Emenda Constitucional nº 51, de 14 de fevereiro de 2006;

Considerando o Decreto nº 8.474, de 22 de junho de 2015, que regulamenta o disposto no § 1º do art. 9º-C e no § 1º do art. 9º- D da Lei nº 11.350, de 5 de outubro de 2006, para dispor sobre as atividades de Agente Comunitário de Saúde - ACS e de Agente de Combate às Endemias - ACE;

Considerando o Anexo XXII - Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), da Portaria de Consolidação nº 2/GM/MS, de 28 de setembro de 2017, que consolida as normas sobre as políticas nacionais de saúde do Sistema Único de Saúde;

Considerando a Portaria de Consolidação nº 6/GM/MS, de 28 de setembro de 2017, que consolida as normas sobre o financiamento e a transferência dos recursos federais para as ações e os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde;

Considerando a Lei Federal nº 13.595, de 5 de janeiro de 2018, que altera a Lei nº 11.350, de 5 de outubro de 2006, para dispor sobre a reformulação das atribuições, a jornada e as condições de trabalho, o grau de formação profissional, os cursos de formação técnica e continuada e a indenização de transporte dos profissionais Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias;

Considerando a Lei Federal nº 13.708, de 14 de agosto de 2018, que altera a Lei nº 11.350, de 5 de outubro de 2006, para modificar normas que regulam o exercício profissional dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias; e

Considerando a necessidade de atualizar o valor estabelecido para o incentivo de custeio referente aos Agentes Comunitários de Saúde, resolve:

Art. 1º Fica fixado o valor do incentivo financeiro federal em R$ 1.550,00 (um mil quinhentos e cinquenta reais) por Agente Comunitário de Saúde (ACS) a cada mês do ano de 2021.

Parágrafo único. No último trimestre de cada ano será transferida uma parcela extra, calculada com base no número de ACS registrados no cadastro de equipes e profissionais do Sistema de Informação definido para este fim no mês de agosto do ano vigente, multiplicado pelo valor do incentivo financeiro fixado no caput deste artigo.

Art. 2º Fica definido que os recursos orçamentários de que trata esta Portaria, correrão por conta do orçamento do Ministério da Saúde, devendo onerar a Funcional Programática 10.301.5019.219A - Piso de Atenção Básica em Saúde, no seguinte plano orçamentário PO - 0002 - Agente Comunitário de Saúde.

Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros a partir da competência financeira janeiro de 2021.

Parágrafo único. Fica revogada a Portaria nº 3.270/GM/MS, de 11 de dezembro de 2019, publicada no Diário Oficial de União nº 240, de 12 de dezembro de 2019, Seção 1, página 204, a partir da competência financeira janeiro de 2021.


EDUARDO PAZUELLO


Este conteúdo não substitui o publicado na versão certificada.

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PORTARIA GM/MS Nº 3.278, DE 3 DE DEZEMBRO DE 2020

                                   DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO

              Publicado em: 07/12/2020 Edição: 233 Seção: 1 Página: 66

                      Órgão: Ministério da Saúde/Gabinete do Ministro



Fixa o valor do incentivo financeiro federal de custeio referente aos Agentes de Combate às Endemias.


O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos I e II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e

Considerando que a Lei Federal nº 11.350, de 5 de outubro de 2006, que regulamenta o § 5º do art. 198 da Constituição, dispõe sobre o aproveitamento de pessoal com fundamento no parágrafo único do art. 2º da Emenda Constitucional nº 51, de 14 de fevereiro de 2006;

Considerando o Decreto nº 8.474, de 22 de junho de 2015, que regulamenta o disposto no § 1º do art. 9º-C e no § 1º do art. 9º- D da Lei nº 11.350, de 5 de outubro de 2006, para dispor sobre as atividades de Agente Comunitário de Saúde - ACS e de Agente de Combate às Endemias - ACE;

Considerando o Anexo XXII, da Portaria de Consolidação nº 2/GM/MS, de 28 de setembro de 2017, que consolida as normas sobre as políticas nacionais de saúde do Sistema Único de Saúde;

Considerando a Portaria de Consolidação nº 6/GM/MS, de 28 de setembro de 2017, que consolida as normas sobre o financiamento e a transferência dos recursos federais para as ações e os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde;

Considerando a Lei Federal nº 13.595, de 5 de janeiro de 2018, que altera a Lei nº 11.350, de 5 de outubro de 2006, para dispor sobre a reformulação das atribuições, a jornada e as condições de trabalho, o grau de formação profissional, os cursos de formação técnica e continuada e a indenização de transporte dos profissionais Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias;

Considerando a Lei Federal nº 13.708, de 14 de agosto de 2018, que altera a Lei nº 11.350, de 5 de outubro de 2006, para modificar normas que regulam o exercício profissional dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias; e

Considerando a necessidade de atualizar o valor estabelecido para o incentivo de custeio referente aos Agentes de Combate às Endemias, resolve:

Art. 1º Fica fixado o valor do incentivo financeiro federal em R$ 1.550,00 (um mil quinhentos e cinquenta reais) por Agente de Combate às Endemias (ACE´s) a cada mês do ano de 2021.

§ 1º O valor fixado será repassado na forma da Assistência Financeira Complementar da União aos Agentes de Combate às Endemias (ACE) e do Incentivo Financeiro para fortalecimento de políticas afetas à atuação dos ACE, proporcional ao número de ACE cadastrados pelos gestores dos Estados, Distrito Federal e Municípios no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES) que cumprirem os requisitos previstos na Lei, até o quantitativo máximo definido no parâmetro.

§ 2º No último trimestre de cada ano será transferida uma parcela adicional, calculada com base no número de ACE's registrados no SCNES no mês de setembro do ano vigente, multiplicado pelo valor do incentivo financeiro fixado no caput deste artigo

Art. 2º Fica definido que os recursos orçamentários de que trata esta Portaria, correrão por conta do orçamento do Ministério da Saúde, devendo onerar a Funcional Programática 10.305.5023.20AL, Incentivo Financeiro aos estados, Distrito Federal e Municípios para a Vigilância em Saúde - Plano Orçamentário 0001.

Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros a partir da competência financeira janeiro de 2021.


EDUARDO PAZUELLO


Este conteúdo não substitui o publicado na versão certificada.


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Além da Covid, a dengue preocupa

08 dezembro, 2020

 Em tempos de pandemia, a população deve manter os cuidados em dia para evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, transmissor de doenças como Dengue, Zika Vírus e Chikungunya. Os sintomas mais comuns da Dengue são febre alta, dor no corpo (muscular e/ou articulações), dor de cabeça e atrás dos olhos, além de erupções na pele. Há ainda os “sinais de alarme”, como dor abdominal persistente, sinal de sangramento e tontura.



Mesmo com a pandemia, não podemos esquecer do combate às arboviroses e de atitude simples no dia a dia como limpar o quintal, identificar possíveis focos do mosquito e eliminar todos os recipientes ou reservatórios que possam acumular água como latas, pneus, tampas de garrafa, recipientes plásticos, copos descartáveis e até cascas de ovos.
O lixo doméstico deve ser acondicionado em sacos plásticos e descartado adequadamente, em depósitos fechados.
VAMOS APROVEITAR O ISOLAMENTO SOCIAL PARA COMBATER O MOSQUITO.
O COMBATE À DENGUE É UM DEVER DE TODOS NÓS!
A PREVENÇÃO É A PRINCIPAL FORMA DE COMBATER O AEDES AEGYPTI.
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Reino Unido aprova vacina da BioNTech e Pfizer, BNT162b2

02 dezembro, 2020

 A empresa com sede em Mainz e seu grupo parceiro nos EUA podem oferecer sua vacina no primeiro país: o governo de Londres concedeu seu pedido de aprovação de emergência.

Frascos de vacina Corona na fábrica de Kalamazoo,
 Michigan 
© Pfizer / Folheto / Reuters

A autoridade reguladora britânica para produtos farmacêuticos concedeu aprovação de emergência para a vacina corona BNT162b2 da empresa farmacêutica BioNTech, com sede em Mainz, e de seu parceiro nos EUA, Pfizer. Ambas as empresas anunciaram isso . Isso significa que a aprovação na Grã-Bretanha foi mais rápida do que na UE e nos EUA. É a primeira aprovação do BNT162b2 em todo o mundo.

De acordo com a empresa, as doses da vacina podem ser entregues imediatamente - e a Grã-Bretanha planeja iniciar a vacinação a partir do início da próxima semana. O Ministro da Saúde Matt Hancock anunciou isso em uma entrevista à Sky News. Em seguida, é distribuído de acordo com as recomendações do Comitê Conjunto de Vacinação e Imunização. De acordo com o governo do Reino Unido, as vacinas vêm primeiro, de acordo com profissionais de saúde, residentes de lares de idosos e, em seguida, outros idosos. Centros de vacinação e 50 hospitais estão disponíveis. Os militares deveriam ajudar com a logística.

O país, com cerca de 66 milhões de habitantes, garantiu 40 milhões de doses de vacinas. De acordo com a Pfizer e a BioNTech, a proteção da vacinação leva duas doses com três semanas de intervalo. Uma semana após a segunda dose, a proteção vacinal é eficaz.

O Reino Unido foi particularmente afetado pela pandemia e muitos dos hospitais cronicamente subfinanciados atingiram seus limites de capacidade. Quase 60.000 pessoas no Reino Unido já morreram com Covid-19, de acordo com o Departamento de Saúde. Espera-se um alto número de casos não notificados. O primeiro-ministro Boris Johnson é acusado de ter reagido tarde demais e de forma inadequada à crise da coroa.

 

Aprovação na UE este ano?

 

Para a vacina BioNTech / Pfizer, uma extensa série de testes mostrou uma eficácia que oferece 95% de proteção contra a doença Covid-19, de acordo com a empresa. A vacina funciona de forma semelhante em todas as faixas etárias e outras diferenças demográficas e praticamente não apresenta efeitos colaterais graves, anunciaram as empresas após a análise final. A proteção da vacinação para pessoas com mais de 65 anos é superior a 94 por cento.

Esses resultados estão relacionados à proteção contra a doença de Covid 19. Ainda não está claro até que ponto a vacina também protege contra infecções e possível transmissão do vírus.

A Agência Europeia de Medicamentos (Ema) também quer decidir sobre uma recomendação de aprovação para a vacina corona da BioNTech e Pfizer em dezembro. A agência anunciou nesta terça-feira que o resultado do exame deve estar disponível até o dia 29 de dezembro. Os estados da UE garantiram contratualmente até 300 milhões de doses de vacina .

Na segunda-feira, a americana Moderna também pediu a aprovação da vacina corona da Ema . Ema quer decidir sobre esta aplicação até 12 de janeiro. A UE assinou um acordo-quadro com a Moderna para até 160 milhões de doses de vacinas.


 

 



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Cidade mineira diz que controla mortes da COVID-19 com kit de medicamentos

26 novembro, 2020

 A Prefeitura de Janaúba, de 72,01 mil habitantes, no Norte de Minas, adotou uma combinação de medicamentos usados no tratamento dos sintomas iniciais da COVID-19, distribuídos gratuitamente. A municipalidade diz que os remédios são distribuídos de acordo com protocolo do Ministério da Saúde e anuncia que, com o uso do 'kit', conseguiu controlar o coronavírus e frear as mortes provocadas pela doença na cidade.

Janauba adota kit de medicamentos para combater a COVID-19

Mas o coquetel de medicamentos, no qual estão incluídos a hidroxicloroquina e a ivermectina, provoca polêmica. Enquanto o prefeito de Janaúba, Carlos Isaildon Mendes (PSDB), comemora que, com a adoção do 'kit' a prefeitura conseguiu 'estancar' as mortes provocadas pela COVID-19, o presidente da Sociedade Mineira de Infectologia (SMI), Estêvão Urbano, afirma que não há evidências científicas da eficácia das drogas no combate à enfermidade. Desta forma, ele disse a entidade não recomenda o uso das drogas no tratamento do coronavírus.


De acordo com uma médica da Secretaria Municipal de Saúde de Janaúba, os pacientes com sintomas gripais, como febre, tosse, coriza, cefaleia, mialgia e diarreia são encaminhados em um serviço de enfrentamento da COVID-19, instalado em Unidade Básica de Saúde (UBS) da cidade.

“Nesse local, os pacientes são triados pelo enfermeiro, notificados para síndrome gripal e passam por avaliação médica. Pacientes com história sugestiva de sintomas gripais são guiados pelo protocolo do Ministério da Saúde de tratamento da COVID-19 na atenção básica", informou a profissional.

"Na unidade, temos as medicações indicadas pelo protocolo do Ministério da Saúde: hidroxicloroquina, azitromicina, sulfato de zinco, dexametasona ou prednisona e sintomáticos, como paracetamol, dipirona, metoclopramida, soro fisiológico nasal. Dispomos também de tamiflu e amoxicilina com clavulanato para casos necessários. A vitamina D e a ivermectina são analisadas pelo médico para a indicação da prescrição e na dosagem apropriada", explicou.

"As medicações são prescritas para pacientes que têm sintomas gripais, salvo contraindicações, depois a realização de um ECG (ecocardiograma) na própria unidade para acompanhamento de intervalo cardíaco QT (medida da frequência dos batimentos do coração)", revelou a médica de Janaúba, lembrando que a prescrição dos medicamentos para o tratamento dos sintomas na COVID-19 é feita com o consentimento dos pacientes.

O prefeito de Janaúba, Carlos Isaildon Mendes, comemora os resultados do 'kit' de medicamentos, e diz que o município conseguiu controlar o avanço da doença e interromper os óbitos.

Ele faz uma comparação entre a situação de Janaúba e o cenário de Montes Claros (413 mil habitantes), cidade-polo do Norte de Minas. "Em 24 de julho, Janaúba tinha 12 mortes (causadas por coronavírus) e Montes Claros tinha aproximadamente 20 (óbitos decorrentes da Covid-19). Janaúba, hoje, tem 16 mortos (devido à COVID-19) e Montes Claros, salvo maior juízo, passa de 160 mortes (provocas pela doença)”, afirma Isailson.

"Isso foi (devido às) ações que nós fizemos, incluindo a abertura de uma UBS exclusiva para o tratamento (da COVID-19), direcionando todos os pacientes que chegam lá e saem com um kit de medicamentos. Isso estancou a doença e os números estão aí", ressalta o chefe do executivo municipal.

"Aqui, nós abrimos a UBS exclusiva (para o tratamento da doença). Adotamos o protocolo, os medicamentos.... Azitromicina, hidroxicloroquina, zinco e outros. Acabou! Recuperamos (os pacientes). Não se fala praticamente (mais) em COVID (-19) aqui em Janaúba", comenta Isaildon Mendes.

Ele argumenta ainda que as mortes de pacientes com o coronavírus registrados no município, depois de 24 de julho 'foram de pessoas idosas e de outras com comorbidades'.

Reportagem do Estado de Minas publicada em 22 de junho, registra que, na ocasião, Janaúba havia se tornado a cidade do Norte de Minas com maior incidência da COVID-19 em termos proporcionais. O boletim da Secretaria de Saúde do Município daquela data apontava que o município já registrava 184 casos, então apenas quatro registros a menos do que os 188 pacientes registrados em Montes Claros, cidade-polo da região, cuja população é quase cincos vezes maior Janaúba.

Na ocasião, Janaúba somava três óbitos causados pelo coronavírus, enquanto em Montes Claros já havia a confirmação de três mortes decorrentes da doença respiratória.

De acordo com o ultimo boletim da Secretaria de Estado de Saúde, de quinta-feira (29), Janaúba tem confirmadas 16 mortes e 1.118 casos de COVID-19. Já Montes Claros tem 170 óbitos confirmados e 10.791 casos de coronavírus, diz o boletim da SES.

Sem comprovação científica


O presidente da Sociedade Mineira de Infectologia (SMI), Estêvão Urbano, reforça que a entidade não recomenda o uso dos medicamentos do 'kit' de Janaúba nos pacientes contaminados com a COVID-19, já que não existe comprovação científica da eficiência de tais drogas no tratamento do coronavírus, entre eles a hidroxicloroquina.

"A questão é a seguinte: tudo é empírico. Não tem nenhuma medicação que tenha se provado em qualquer estudo ser efetivo (o medicamento para o tratamento da COVID-19), a não ser a cloroquina em alguns estudos muito mal feitos - , que teve alguma vantagem na fase inicial. Por este fato, de ter alguma abertura na ciência, ela poderia ser usada sob estrito controle médico e idealmente sob protocolo de pesquisa, com termo de consentimento assinado pelo paciente, exatamente para haver as garantias de que ele assuma eventuais efeitos colaterais", diz o Estêvão.

Ele disse que só faz restrições à prescrição de corticoide, já que oferece muitos riscos aos pacientes. "O corticoide é absolutamente arriscadoperigosíssimo na primeira fase (da doença), e pode piorar o prognóstico. A pessoa pode ter uma carga viral maior e adoecer de forma muito mais grave", alerta o infectologista.

"Então, tirando o corticoide, desde que contando com o consentimento do paciente, lá no interior, se o médico quer, ele tem essa autorização do Conselho Federal de Medicina. Mas que dê por conta própria e risco. Agora, a Sociedade (Mineira de Infectologia) nunca vai recomendar nada que saia da ciência", disse Estêvâo Urbano.

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Chikungunya

 O que é chikungunya?

A Febre pelo vírus Chikungunya é um arbovírus. Arbovírus são aqueles vírus transmitidos por picadas de insetos, especialmente mosquitos, mas tambem pode ser um carrapatos ou outros. O transmissor (vetor) do chikungunya é o mosquito Aedes aegypti, que precisa de água parada para proliferar, portanto, o período do ano com maior transmissão são os meses mais chuvosos de cada região. No entanto, é importante manter a consciência e hábitos sadios de higiene para evitar possíveis focos/criadouros do mosquito Aedes Aegypti, que pode ter ovos resistindo por um ano até encontrar as condições favoráveis de proliferação (tempo quente e úmido). 

IMPORTANTE:  Todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis ao vírus Chikungunya, porém as pessoas mais velhas têm maior risco de desenvolver a dor articular (nas juntas) crônica e outras complicações que podem levar à morte.  O risco de gravidade e morte aumenta quando a pessoa tem alguma doença crônica, como diabetes e hipertensão, mesmo tratada.

Chikungunya tem cura?

A infecção por Chikungunya começa com febre, dor de cabeça, mal estar, dores pelo corpo e muita dor nas juntas (joelhos, cotovelos, tornozelos, etc), em geral, dos dois lados, podendo também apresentar, em alguns casos, manchas vermelhas ou bolhas pelo corpo. O quadro agudo dura até 15 dias e cura espontaneamente.

Algumas pessoas podem desenvolver um quadro pós-agudo e crônico com dores nas juntas que duram meses ou anos.

Quais são os sintomas da chikungunya?

Os principais sintomas da chikungunya são:

  • Febre.
  • Dores intensas nas juntas, em geral bilaterais (joelho esquerdo e direito, pulso direito e esquerdo, etc).
  • Pele e olhos avermelhados.
  • Dores pelo corpo.
  • Dor de cabeça.
  • Náuseas e vômitos.

Cerca de 30% dos casos não chegam a desenvolver sintomas. Normalmente, os sintomas aparecem de dois a 12 dias da picada do mosquito, período conhecido como incubação.

Depois de infectada, a pessoa fica imune pelo resto da vida.

IMPORTANTE: Como toda infecção, a chikungunya pode desenvolver a Síndrome de Gulliain-Barre, encefalite e outras complicações neurológicas.


Como a chikungunya é transmitida?

Transmitida pela picada do mosquito Aedes Aegypti. Por ter uma transmissão bastante rápida, é necessário ficar atento a possíveis criadoros do mosquiso e, assim, eliminar estes locais para evitar a propagação da doença. A Febre Chikungunya pode causar sequelas como dores crônicas nas juntas por longo período de tempo. 

A transmissão da mulher grávida para o feto só acontece quando a mãe fica doente nos últimos 7 dias (última semana) de gravidez. Neste caso, a criança mesmo que nasça saudável, deve permanecer internada por uma semana para observação e tratamento imediato se desenvolver a doença que, nestes casos, apresenta quadros graves com manifestações neurológicas e na pele.

Também existe transmissão por transfusão sanguínea.

Como é feito o tratamento da chikungunya?

O tratamento da chikungunya é feito de acordo com os sintomas, com o uso de analgésicos, antitermicos e antinflamatórios para aliviar febre e dores. Em casos de sequelas mais graves, e sob avaliação medica conforme cada caso, pode ser recomendada a fisioterapia.

Em caso de suspeita, com o surgimento de qualquer sintoma, é fundamental procurar um profissional de saúde para o correto diagnóstico e prescrição dos medicamentos, evitando sempre a auto-medicação. Os tratamentos são oferecidos de forma integral e gratuita por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Recomenda‐se repouso absoluto ao paciente, que deve beber líquidos em abundância.

IMPORTANTE: A automedicação pode mascarar sintomas, dificultar o diagnóstico e agravar o quadro do paciente. Somente um médico pode receitar medicamentos.

As seguintes medidas são importantes para evitar agravamento da chikungunya:

  • Não utilizar AINH (Anti-inflamatório não hormonal) na fase aguada, pelo risco de complicações associados as formas graves de chikungunya (hemorragia e insuficiência renal).
  • Não utilizar corticoide na fase de aguda da viremia, devido ao risco de complicações.
  • Não é recomendado usar o ácido acetil salicílico (AAS) devido ao risco de hemorragia.

Como é feito o diagnóstico da chikungunya?

O diagnóstico da chikungunya é clínico e feito por um médico. É confirmado com exames laboratoriais de sorologia e de biologia molecular ou com teste rápido (usado para triagem). 

A sorologia é feita pela técnica MAC ELISA, por PCR e teste rápido. Todos os exames estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). Em caso de confirmação da doença a notificação deve ser feita ao Ministério da Saúde em até 24 horas.

Não existem vacinas contra a chikungunya. Faça a sua parte e previna-se!

Medidas de prevenção pessoal


Pessoas infectadas com o CHIKV são o reservatório de infecção para outras pessoas, tanto em casa como na comunidade. Portanto, medidas de proteção pessoal, para minimizar a exposição dos pacientes aos mosquitos, tornam-se imperativas para evitar a propagação do vírus e, consequentemente, da doença.

É importante informar a pessoa infectada e outros membros da família e da comunidade sobre os métodos para minimizar este risco, tanto por intermédio da redução da população do vetor como da possibilidade de contato entre o vetor e as pessoas. Para minimizar o contato vetor-paciente, recomenda-se:

  • a pessoa infectada repousar sob mosquiteiros impregnados ou não com inseticida;
  • o paciente e os demais membros da família devem usar mangas compridas para cobrir as extremidades;
  • utilizar repelentes contra insetos aplicados à pele ou mesmo à roupa exposta, considerando que seu uso deve estar estritamente de acordo com as instruções contidas no rótulo do produto;
  • usar telas protetoras nas portas e janelas.
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Estudo sugere que algumas pessoas que não pegaram COVID-19 podem ter anticorpos contra o vírus

25 novembro, 2020

 Um novo estudo sugere que uma pequena porção da população carrega anticorpos contra o coronavírus mesmo sem ter sido infectada. Eles teriam sido criados durante contatos anteriores com vírus relacionados que causam o resfriado comum.


Um pUm profissional de saúde em Washington D.C. segurando
 uma amostra de sangue coletada para teste de anticorpos para o
SARS-CoV-2. Foto: Win McNamee (Getty Images)

A pesquisa é a mais recente a indicar que algumas pessoas podem ter um certo grau de imunidade preexistente ao coronavírus. Mas embora seja possível que essas descobertas ajudem a explicar algumas tendências da pandemia, como o fato de crianças serem menos vulneráveis ​​a sintomas graves, ainda não está claro o quão protetora essa imunidade emprestada poderia realmente ser.

O novo estudo, publicado na Science na sexta-feira (6), testou amostras de sangue coletadas de adultos e crianças no Reino Unido em dezembro de 2019, antes do início conhecido da pandemia, bem como de pessoas que tiveram resultados negativos para SARS-CoV-2, o coronavírus responsável pelo COVID-19, no início da pandemia. Essas amostras foram comparadas com as de pessoas que testaram positivo para a doença.

Como esperado, a maioria dos casos confirmados tinha um grupo diversificado de anticorpos preparados para responder à proteína spike do vírus, usada pelo vírus para infectar células. Eles vieram de todos os três tipos de anticorpos que combatem infecções virais (IgG, IgM, IgA).

Mas em alguns pacientes não infectados, incluindo aqueles que tiveram uma infecção recente por um dos coronavírus de resfriado comum, os pesquisadores também encontraram anticorpos que pareciam reagir ao SARS-CoV-2. “Nossos resultados de vários ensaios independentes demonstraram a presença de anticorpos preexistentes que reconhecem o SARS-CoV-2 em indivíduos não infectados”, escreveram os cientistas.

Os anticorpos encontrados nas pessoas não infectadas eram claramente distintos daqueles em pacientes com COVID-19. Eram quase todos IgG, o anticorpo mais comum produzido pelo sistema imunológico. Eles também foram encontrados apenas em uma pequena porcentagem de adultos. Em amostras de 302 adultos, apenas 16 (5,26%) eram portadores desses anticorpos. No entanto, esse número era diferente no caso de crianças: os pesquisadores encontraram esses anticorpos em 21 das 48 amostras (44%) coletadas de crianças entre 1 e 16 anos.

Os autores especulam que os níveis mais elevados de anticorpos de reação cruzada observados em crianças podem ajudar a explicar por que elas parecem menos propensas a contrair COVID-19 do que a população em geral, ou por que geralmente apresentam sintomas muito menos graves. As crianças adoecem com resfriados leves o tempo todo, e eles encontraram evidências de que infecções recentes mais frequentes por outros coronavírus poderiam explicar os níveis mais elevados de anticorpos em crianças.

O estudo é aparentemente o primeiro a descobrir esses anticorpos com reatividade cruzada em pessoas. No entanto, outras pesquisas mostraram que algumas pessoas também carregam células T — outra parte crucial do sistema imunológico — emprestadas de infecções anteriores de resfriado comum que podem responder ao SARS-CoV-2. Juntos, esses estudos indicam que algumas pessoas realmente podem ter uma resposta imune preexistente ao COVID-19. Mas há razões para ser cauteloso na interpretação dos resultados.

“Ainda não sabemos nada sobre proteção, apesar de vários grupos apresentarem reatividade cruzada. A epidemiologia mostra que é improvável que a reatividade cruzada previna a infecção ou disseminação — na melhor das hipóteses, pode alterar os sintomas”, disse Kevin Ng, autor principal do estudo, doutorando e pesquisador de vírus no Instituto Francis Crick em Londres.

Há quem argumente que os estudos com células T mostram que muitas pessoas no mundo já estão protegidas da pandemia. Muitas vezes, essas pesquisas são usadas para justificar uma postura contra ações agressivas para impedir a propagação da doença viral. No entanto, os cientistas por trás da pesquisa falaram abertamente sobre essas afirmações.

Eles notaram que ainda há muita incerteza sobre como essas células T reativas cruzadas podem impactar a resposta de uma pessoa à infecção e que é improvável que essas células impeçam significativamente uma pessoa de pegar ou espalhar COVID-19 para outras pessoas. Em outras palavras, essas células T não vão nos levar à chamada imunidade de rebanho mais rápido.

Outro motivo para ser cauteloso: também é possível que ter anticorpos com reatividade cruzada possa, na verdade, aumentar o risco de doenças mais graves em alguns casos, algo que se sabe ter acontecido com o vírus SARS original.

De qualquer forma, será necessário fazer mais pesquisas para ter certeza de alguma coisa. Além de ajudar a explicar por que certos grupos de pessoas podem ser menos vulneráveis ​​ao COVID-19 de alguma forma, os pesquisadores especulam que entender os meandros dessa imunidade emprestada poderia um dia levar a melhores vacinas contra os coronavírus atuais e futuros.

“Estamos trabalhando agora para descobrir por que algumas pessoas produzem anticorpos com reatividade cruzada e outras não”, disse Ng. “Se pudermos descobrir isso, podemos usar essa informação em vacinas para estimular uma resposta imunológica que teoricamente visaria todos os coronavírus.”

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Vírus Chapare, causador de febre fatal com transmissão entre humanos. O que se sabe?

24 novembro, 2020

 Um vírus raro que causa febre hemorrágica e pode levar à morte foi transmitido entre humanos na Bolívia, no primeiro caso documentado desse tipo de transmissão.



Chapare vírus é da família dos arenavírus, que
 costumam ser transmitidos a seres humanos pelo
contato com roedores infectados 


O surto ocorreu no ano passado, na província de Caranavi, no departamento de La Paz. Dois pacientes com febre hemorrágica Chapare, doença causada pelo vírus Chapare, infectaram três profissionais de saúde (um médico residente, um médico de ambulância e um gastroenterologista). Três dos doentes morreram, entre eles dois médicos.

O Chapare faz parte da família dos arenavírus, a mesma de outros vírus que causam diferentes tipos de febre hemorrágica. Os arenavírus costumam ser transmitidos a seres humanos pelo contato direto com roedores infectados, como mordidas ou arranhões, e também pelo contato com saliva, urina ou fezes desses animais.

A confirmação de que houve transmissão de pessoa para pessoa do Chapare na Bolívia foi apresentada nesta semana durante encontro anual da Sociedade Americana de Medicina Tropical e Higiene.

A descoberta é fruto de colaboração entre pesquisadores do CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças, agência de pesquisa em saúde pública ligada ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos), do Centro Nacional de Doenças Tropicais da Bolívia e da Organização Pan-Americana de Saúde.

Acredita-se que a transmissão entre humanos ocorra por meio de fluidos corporais (como sangue, saliva, urina, sêmen e secreções) ou contato com objetos contaminados com fluidos corporais, inclusive durante alguns procedimentos médicos, como intubação.

"É muito provável (que a transmissão seja por meio de fluidos corporais), com base nas evidências que temos nesses casos e também em exemplos na literatura médica sobre outros arenavírus", diz à BBC News Brasil a virologista Maria Morales-Betoulle, uma das cientistas do CDC que participou da pesquisa.

Mas ela e outros cientistas ressaltam que, diante do pequeno número de casos documentados, são necessárias mais pesquisas para compreender como o vírus se propaga e causa a doença


Vírus transmitidos por fluidos corporais costumam
ser contidos com menos dificuldade do que aqueles
 transmitidos pelo ar, como o coronavírus

Diagnóstico


Enquanto a atenção mundial continua focada na pandemia de coronavírus, cientistas como Morales-Betoulle trabalham para identificar possíveis novas ameaças.

Vírus transmitidos por fluidos corporais costumam ser contidos com menos dificuldade do que aqueles transmitidos pelo ar, como o coronavírus.

Mas a descoberta de que o Chapare pode ser transmitido entre humanos abre a possibilidade de surtos maiores no futuro.

Segundo o CDC, houve outro registro da doença em 2003, também na Bolívia, na província de Chapare, no departamento de Cochabamba. Naquele caso, o paciente morreu 14 dias após o surgimento dos sintomas.

Os cientistas, porém, não descartam a possibilidade de que, no intervalo de 16 anos entre o caso inicial e os de 2019, o Chapare tenha circulado sem ter sido identificado, confundido com outras doenças.

"Como os sintomas são semelhantes aos da dengue, há a possibilidade de que tenha sido diagnosticado de maneira errada", observa Morales-Betoulle.

Entre os sintomas relatados nos casos de 2019 estavam febre, dor abdominal, vômito, sangramento das gengivas, erupções cutâneas e dor atrás dos olhos. Morales-Betoulle afirma que o primeiro paciente foi inicialmente diagnosticado com dengue.

"O primeiro infectado era um trabalhador agrícola. Ele ficou doente, foi ao hospital, recebeu diagnóstico de dengue e foi enviado de volta para casa. Como continuava a piorar, retornou ao hospital", relata a virologista.

O genro desse paciente, que trabalhava com ele na lavoura, também foi infectado.

Em áreas agrícolas, roedores silvestres infectados podem contaminar cereais armazenados. Há evidência preliminar do vírus em roedores na região do surto, mas ainda não há confirmação de que eles foram os causadores da doença.

Vírus tem esse nome por causa da região boliviana
de Chapare, conhecida também por sua produção cocaleira



Sem tratamento


Não há tratamento para a doença, e os pacientes recebem apenas cuidados para aliviar os sintomas, como fluidos intravenosos e remédio para aliviar a dor.

O CDC salienta que, devido ao pequeno número de casos documentados, as informações sobre o período de incubação (entre a exposição inicial e o desenvolvimento de sintomas) e a progressão da doença são limitadas.

Os arenavírus costumam ter período de incubação variado, de entre quatro e 21 dias.

Entre outros sintomas relatados nos casos de febre hemorrágica Chapare estão dor de cabeça, dor muscular e nas juntas, diarreia e irritabilidade.

Esses sintomas costumam ocorrer antes do sangramento, que ocorre no estágio mais avançado.

"Sabe-se pouco sobre possíveis complicações de longo prazo ou imunidade após infecção com o vírus", diz o CDC.

Morales-Betoulle destaca a importância da colaboração entre cientistas de diferentes países e organizações para a identificação dos casos. Ela observa que os pesquisadores isolaram o vírus e desenvolveram um teste para diagnosticar o Chapare.

Mas a virologista ressalta que é preciso continuar estudando o vírus para entender sua capacidade de causar surtos.

"Ainda temos muito a investigar", diz Morales-Betoulle.

  • Alessandra Corrêa
  • De Washington (EUA) 

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