PCR lança Plano de Enfrentamento às Arboviroses e libera mosquitos estéreis

23 março, 2024

Passados 4 anos, o quê mudou em Recife, com relação aos números de infectados, mortes e fosmas de combater esta endemia? Na verdade, durante dois anos de pandemia, muito se perdeu na continuidade das ações de enfrentamento a DENGUE e isto só fortaleceu seu vetor de transmissão, o mosquito Aedes Aegypti.


O Brasil bateu recorde de mortes por dengue no ano de 2023. Dados divulgados pelo Ministério da Saúde, por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan online), revelam que foram 1.079 mortes pela doença até esta quarta-feira (27).

Na série histórica divulgada pela pasta, também com base no Sinan, o maior número de óbitos no período de um ano completo ocorreu em 2022, quando chegou a 1.053 registros. Em seguida, vem o ano de 2015, com 986 mortes.


 Publicado em: 20/12/19

A principal novidade é a liberação de 350 mil mosquitos estéreis no ambiente para ajudar a reduzir a reprodução do inseto

A Prefeitura do Recife lança, na manhã desta sexta-feira (20), o Plano de Enfrentamento às Arboviroses 2020, na Unidade de Saúde da Família Bernard van Leer, em Brasília Teimosa. O conjunto de ações da Secretaria de Saúde (Sesau) do Recife tem o objetivo de reduzir o número de casos de arboviroses (doenças transmitidas por mosquitos, como o Aedes aegypti), entre elas dengue, chikungunya e zika.

A principal novidade é a liberação dos mosquitos estéreis no ambiente, por terra e por drone, para reduzir a reprodução do inseto e, com isso, controlar a população do mosquito transmissor das arboviroses.

Reconhecida por sua eficiência na erradicação e controle de diversos insetos e pragas ao redor do mundo, a Técnica do Inseto Estéril (TIE) é pioneira no Brasil para controle do Aedes Aegypti. O método desenvolvido pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) consiste em tornar o mosquito macho estéril, em laboratório, por meio da esterilização por radiação ionizante, para depois soltá-lo no meio ambiente, de forma que ele copule com as fêmeas sem gerar novos mosquitos. A Prefeitura do Recife utiliza a técnica de controle de natalidade através de uma parceria com a Biofábrica Moscamed, que é o Centro Colaborador da AIEA para o controle do Aedes aegypti, além do Ministério da Saúde.

Cerca de 350 mil mosquitos inférteis serão liberados no bairro de Brasília Teimosa, na Zona Sul do Recife, nesta primeira etapa da soltura, para depois serem soltos na Mangabeira, na Zona Norte do Recife, num segundo momento. Essas áreas foram escolhidas por critérios ambientais, epidemiológicos e entomológicos (estudo dos insetos). Nesses locais, foram instaladas Estações Disseminadoras (armadilhas para que o próprio Aedes espalhe larvicida), para reduzir a população de mosquitos antes de usar a técnica da esterilização. Em Brasília Teimosa, a redução foi de 25% de Aedes aegypti e 80% de muriçoca (Cúlex Quinquefasciatus).

O projeto do mosquito estéril foi apresentado à comunidade durante reunião com profissionais de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde e da Moscamed, quando os moradores conheceram o projeto, os objetivos e as etapas que fazem parte do protocolo – monitoramento, produção e liberação.

Os machos do Aedes aegypti que serão soltos, no Recife, foram reproduzidos na biofábrica da Moscamed, em Juazeiro (Bahia), e trazidos para receber radiação no laboratório do Departamento de Energia Nuclear da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). No Centro de Emergência de Mosquitos Estéreis (Cemer) da Prefeitura do Recife, localizado no Centro de Vigilância Ambiental (CVA), em Peixinhos, os insetos foram marcados com pó fluorescente e passaram por testes de resistência, antes da liberação.

Esse experimento de marcação – soltura – recaptura é necessário para que os técnicos avaliem, por exemplo, quantos mosquitos devem soltar na área demarcada, qual metodologia deve ser utilizada (por terra ou drone), para saber, em seguida, qual o alcance dos mosquitos e quanto tempo eles permanecem no meio ambiente.

AÇÕES CONTINUADAS – Além da Técnica do Inseto Estéril, a Secretaria de Saúde do Recife continuará utilizando também as outras ações de controle vetorial, como as visitas domiciliares de rotina dos Agentes de Saúde Ambiental e Controle de Endemias (Asaces), as ovitrampas (armadilhas para monitorar a infestação do mosquito), as Estações Disseminadoras de Larvicidas e as Brigadas Contra o Mosquito, que envolvem instituições públicas e privadas da cidade.

A proposta da Brigada Contra o Mosquito Aedes aegypti é que um grupo de pessoas seja capacitado para atuar numa determinada área, previamente estabelecida, na prevenção e controle do transmissor da dengue, chikungunya e zika. Os brigadistas executam as atividades da rotina estabelecida diariamente ou semanalmente, conforme o tipo de imóvel e as características do ambiente. Eles fazem autoinspeção semanal para identificar possíveis focos do vetor; instalação de ovitrampas (armadilhas) com apoio técnico da equipe de Vigilância à Saúde do Recife, entre outras tarefas.

Os Asaces da Prefeitura do Recife estão participando de uma atualização sobre as diretrizes do Programa de Saúde Ambiental e Controle de Zoonoses, com o objetivo de otimizar os processos de trabalho ofertados à população. O curso tem duração de 40 horas.

Eles também passaram a utilizar, durante as visitas às residências, o aplicativo Saúde Ambiental Digital, pelo qual registram, em tempo real, os números e outras informações das vistorias. Para isso, os profissionais receberam smartphones. No mês de outubro, o aplicativo usado pela Prefeitura do Recife para mapear focos do Aedes aegypti, informatizando o trabalho dos Asaces, foi um dos premiados no 47º Seminário Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação para Gestão Pública, em Brasília.

Somente de janeiro a setembro de 2019, os Asaces da Prefeitura do Recife visitaram mais de 1,5 milhão de imóveis e quase 16 mil pontos estratégicos de monitoramento. A Sesau ainda realizou mais de mil ações educativas e recolheu mais de 31 mil pneus em desuso que poderiam servir de criadouros para as larvas do mosquito.

Desde novembro de 2017, foram implantadas mais de 131 brigadas, com mais de 853 brigadistas treinados com o objetivo de engajar a sociedade civil no combate aos focos do Aedes aegypti. Neste período, as equipes de Vigilância Ambiental instalaram mais de três mil ovitrampas em cerca de 50 bairros da cidade, em lugares como o edifício-sede da Prefeitura, colégios, nos dois Centros Comunitários da Paz (Compaz), em clubes como o Náutico, entre outras instituições. 
Confiraalgumas orientações da Prefeitura do Recife para prevenir focos do mosquito Aedes aegypti:

· Manter caixas d’água, tonéis e tanques sempre bem tampados;

· Deixar garrafas vazias e com a boca para baixo;

· Guardar pneus em local coberto;

· Retirar a água da bandeja externa da geladeira pelo menos uma vez por semana e lavar com sabão;

· Encher os pratinhos dos vasos de plantas com areia até a borda;

· Colocar o lixo em sacos plásticos e manter as lixeiras bem fechadas;

· Não jogar lixo em terrenos baldios;

· Remover folha e tudo que possa impedir a passagem de água pelas calhas;

· Verificar se todos os ralos da casa não estão entupidos e limpar uma vez por semana;

· Não deixar água da chuva acumulada sobre a laje.

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OUTRAS INFORMAÇÕES PRA NOTA TÉCNICA:

– O último Levantamento Rápido do Índice de Infestação para Aedes aegypti (LIRAa) apresentou resultado geral no Recife de 1,2% (risco médio). Este índice está entre os menores da série histórica da última década. Um total de 53 bairros (56% dos bairros da cidade) encontra-se sob controle para o Aedes aegypti, com resultado abaixo de 1%. 

– Este ano, foram notificados 7.002 casos de arboviroses, sendo 5.790 casos de dengue, 1.032 de chikungunya e 180 de zika. Dentre estas notificações, foram confirmados 3.119 casos de dengue e 406 de chikungunya. Em comparação ao mesmo período de 2018, houve um aumento de 118% dos casos notificados e de 140% dos casos confirmados.

relacionadas ao controle do mosquito Aedes aegypti, vetor responsável pela transmissão dos vírus da dengue, chikungunya, zika.


– A Biofábrica Moscamed Brasil – Moscamed, com sede em Juazeiro (BA) é uma organização social sem fins lucrativos, reconhecida internacionalmente como Centro Colaborador da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) para o controle do mosquito Aedes aegypti.


– A Secretaria de Saúde do Recife é referência nacional no combate às arboviroses. Em 2016, na época da tríplice epidemia, durante visita à capital pernambucana, representantes da Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceram o Recife como referência mundial nas ações de enfrentamento às arboviroses. A Prefeitura do Recife vem, continuamente, desenvolvendo ações.


ASCOM PCR

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Dengue em Pernambuco: Centro de Operações de Emergência monitora casos para combater avanço das arboviroses

04 fevereiro, 2024

Em Pernambuco, o número de casos prováveis por dengue cresceu 57,5%; mais de 5 mil agentes estão atuantes na força-tarefa contra o mosquito no Estado

 

Cadastrado por Cinthya Leite   Publicado em 02/02/2024 às 12:10 | Atualizado em 02/02/2024 às 12:10


Municípios pernambucanos têm um clima bastante favorável à proliferação do vetor, o Aedes aegypti. 
As chuvas constantes e temperaturas elevadas tornam-se os fatoresperfeitos para reprodução do mosquito - 
IKAMAHÃ/SECRETARIA DE SAÚDE DO RECIFE

O Ministério da Saúde instalou um Centro de Operações de Emergência - COE Dengue. O anúncio foi feito pela ministra Nísia Trindade durante a abertura da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), em Brasília (DF), na quinta-feira (1º). 

Em meio ao aumento de casos de dengue no Brasil, o objetivo da força-tarefa é ampliar e agilizar a organização de estratégias de vigilância das arboviroses, transmitidas pelo Aedes aegypti. O Centro de Operações de Emergência, segundo informou o ministério, também vai monitorar casos de dengue em Pernambuco. 

No Estado, segundo boletim com dados de janeiro deste ano da Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES-PE), o número de casos prováveis por dengue cresceu 57,5%, em relação ao registrado no mesmo período em 2023. 

O Estado totaliza 512 casos prováveis de dengue (confirmações + registros em investigações), com taxa de incidência de 5,7 casos prováveis a cada 100 mil habitantes. Do total, 55 registros já tiveram confirmação de infecção pelo vírus da dengue.  

A importância dos agentes de endemias no combate à dengue

O Aedes aegypti utiliza todo o tipo de recipiente capaz de acumular água para depositar seus ovos. Alguns são conhecidos: garrafas e embalagens descartáveis, latas, vasos de plantas, pneus e plásticos.

Mas há lugares que, muitas vezes, o mosquito utiliza para se reproduzir e que são desconhecidos das pessoas. É aí que entra o trabalho dos agentes de combate às endemias. Em Pernambuco, 5.195 agentes estão atuantes na força-tarefa contra a dengue.

ARBOVIROSES

Dengue em Pernambuco: Centro de Operações de Emergência monitora casos para combater avanço das arboviroses

Em Pernambuco, o número de casos prováveis por dengue cresceu 57,5%; mais de 5 mil agentes estão atuantes na força-tarefa contra o mosquito no Estado

O Ministério da Saúde instalou um Centro de Operações de Emergência - COE Dengue. O anúncio foi feito pela ministra Nísia Trindade durante a abertura da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), em Brasília (DF), na quinta-feira (1º). 

Em meio ao aumento de casos de dengue no Brasil, o objetivo da força-tarefa é ampliar e agilizar a organização de estratégias de vigilância das arboviroses, transmitidas pelo Aedes aegypti. O Centro de Operações de Emergência, segundo informou o ministério, também vai monitorar casos de dengue em Pernambuco. 

No Estado, segundo boletim com dados de janeiro deste ano da Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES-PE), o número de casos prováveis por dengue cresceu 57,5%, em relação ao registrado no mesmo período em 2023. 

O Estado totaliza 512 casos prováveis de dengue (confirmações + registros em investigações), com taxa de incidência de 5,7 casos prováveis a cada 100 mil habitantes. Do total, 55 registros já tiveram confirmação de infecção pelo vírus da dengue.  

A importância dos agentes de endemias no combate à dengue

O Aedes aegypti utiliza todo o tipo de recipiente capaz de acumular água para depositar seus ovos. Alguns são conhecidos: garrafas e embalagens descartáveis, latas, vasos de plantas, pneus e plásticos.

Mas há lugares que, muitas vezes, o mosquito utiliza para se reproduzir e que são desconhecidos das pessoas. É aí que entra o trabalho dos agentes de combate às endemias. Em Pernambuco, 5.195 agentes estão atuantes na força-tarefa contra a dengue.

"Esses profissionais que atuam na linha de frente de combate ao mosquito são treinados e capacitados para detectar riscos de vetores para os próprios residentes e para a comunidade. Eles orientam as famílias e visitam as casas uma a uma. Ninguém quer que a residência seja um local de risco. Por isso, é importante abrir as portas para esse serviço de proteção", ressalta a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel.

Pessoas com doenças crônicas, gestantes, crianças menores de 2 anos e idosos acima de 65 anos são mais suscetíveis às complicações da dengue, chicungunha e zika. Para esse grupo, os cuidados de combate ao mosquito devem ser redobrados:

  • manter a caixa d’água bem fechada
  • guardar pneus em locais cobertos
  • limpar bem as calhas de casa
  • amarrar bem sacos de lixo
  • não acumular entulho
  • esvaziar garrafas PET, potes e vasos
  • colocar areia nos vasos de planta

 

CENTRO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIA - COE DENGUE

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, reforça que a atuação do Centro de Operações de Emergência - COE Dengue será coordenada com Estados e municípios.

A medida permite uma análise minuciosa, porém ágil, dos dados e das informações para subsidiar a tomada de decisão e definição de ações adequadas e oportunas para o enfrentamento dos casos de dengue.

"A mensagem é de mobilização nacional, de união de esforços com Estados e municípios; de um Brasil unido contra a dengue. Nós estamos, desde novembro, com uma série de ações para monitorar o avanço da doença. Temos o SUS, com toda sua capilaridade, os agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias. É um movimento de governo, mas também precisamos do apoio da sociedade”, frisou a ministra.

CASOS DE DENGUE AUMENTAM NO BRASIL EM 2024

Em 2024, até o momento, o Brasil registrou 243.721 casos prováveis de dengue, sendo 52.069 casos na semana epidemiológica 1 (31/12 a 6/1), 63.995 na semana 2 (7 a 13/1), 79.872 casos prováveis de dengue na semana 3 (14 a 20/1) e 47.785 casos na semana epidemiológica 4 (21 a 27/4).

Os dados são do painel de atualização de casos de arboviroses do Ministério da Saúde. 

Com o acionamento do COE, o Ministério da Saúde vai ampliar o monitoramento da situação, com ênfase em dengue, para orientar a execução de ações voltadas à vigilância epidemiológica, laboratorial, assistencial e de controle de vetores. O planejamento das ações e a resposta coordenada serão feitos em conjunto com estados e municípios e de forma interministerial.

Sintomas e prevenção da dengue

Os sintomas de dengue, chicungunha ou zika são semelhantes. Eles incluem febre de início abrupto acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele, manchas vermelhas pelo corpo, além de náuseas, vômitos e dores abdominais.

A orientação do Ministério da Saúde é para que a população procure o serviço de saúde mais próximo da residência assim que surgirem os primeiros sintomas. 

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