A dengue “tipo 4” já teve casos confirmados em Pernambuco e a subcoordenadora avisa: “Para o vírus não existe barreira geográfica. Então, sem as informações necessárias, a gente pode estar escondendo uma realidade e passando uma informação que não é verídica, por falta da coleta desses dados.”
Números já superam em 870% os registrados em 2010
O número de casos registrados nas primeiras 13 semanas deste ano, em todo o Rio Grande do Norte, já alcançou 6.643 e superou em 870% os notificados no mesmo período de 2010. Outro fator que preocupa a Vigilância Epidemiológica da Sesap é a multiplicação dos casos de dengue hemorrágica, que alcançaram 250 registros em 2011, um acréscimo de impressionantes 2.400%.
Um dos reflexos dessa eclosão da epidemia é que diversas cidades já vêm buscando junto à Secretaria Estadual o acesso aos chamados carros fumacês. Juliana Araújo destaca, porém, que o Ministério da Saúde estipula regras rígidas para a liberação do mecanismo, já que, se usado de forma exagerada, ou indevida, pode resultar em uma maior resistência do vetor da dengue, o mosquito Aedes aegypti, ao inseticida.
“Tem de haver, por exemplo, pontos diferentes com casos confirmados no município. Sem essa comprovação, a gente não tem como liberar (os fumacês). Ficamos na angústia, porque sabemos que os casos podem ser verdadeiros, mas o ministério exige essa prova”, adverte, ressaltando a importância mais uma vez do acompanhamento devido dos casos.
É necessário ainda o município apresentar um índice de infestação predial superior a 1%, ou seja, focos do mosquito em mais de um imóvel a cada 100. “Quando os carros são liberados, é feito um ciclo de borrifação de poucas semanas e tem de passar alguns meses sem liberar novamente para o mesmo local, pois se não for assim pode resultar no aumento da resistência do vetor”, explica a subcoordenadora.
Ela informou que os veículos já foram utilizados, ou estão sendo analisados, para municípios como Santa Cruz, Equador, Pau dos Ferros, Doutor Severiano, Alexandria, Baraúnas, Pedro Avelino, Messias Targino, Santo Antônio, Nova Cruz, João Câmara, Mossoró, Macaíba e São Paulo do Potengi. Apesar de solicitações de Natal não terem chegado à Suvige até a manhã de ontem, Juliana Araújo informa que já pediu a análise da liberação do fumacê para a capital.
O número de casos registrados nas primeiras 13 semanas deste ano, em todo o Rio Grande do Norte, já alcançou 6.643 e superou em 870% os notificados no mesmo período de 2010. Outro fator que preocupa a Vigilância Epidemiológica da Sesap é a multiplicação dos casos de dengue hemorrágica, que alcançaram 250 registros em 2011, um acréscimo de impressionantes 2.400%.
Um dos reflexos dessa eclosão da epidemia é que diversas cidades já vêm buscando junto à Secretaria Estadual o acesso aos chamados carros fumacês. Juliana Araújo destaca, porém, que o Ministério da Saúde estipula regras rígidas para a liberação do mecanismo, já que, se usado de forma exagerada, ou indevida, pode resultar em uma maior resistência do vetor da dengue, o mosquito Aedes aegypti, ao inseticida.
“Tem de haver, por exemplo, pontos diferentes com casos confirmados no município. Sem essa comprovação, a gente não tem como liberar (os fumacês). Ficamos na angústia, porque sabemos que os casos podem ser verdadeiros, mas o ministério exige essa prova”, adverte, ressaltando a importância mais uma vez do acompanhamento devido dos casos.
É necessário ainda o município apresentar um índice de infestação predial superior a 1%, ou seja, focos do mosquito em mais de um imóvel a cada 100. “Quando os carros são liberados, é feito um ciclo de borrifação de poucas semanas e tem de passar alguns meses sem liberar novamente para o mesmo local, pois se não for assim pode resultar no aumento da resistência do vetor”, explica a subcoordenadora.
Ela informou que os veículos já foram utilizados, ou estão sendo analisados, para municípios como Santa Cruz, Equador, Pau dos Ferros, Doutor Severiano, Alexandria, Baraúnas, Pedro Avelino, Messias Targino, Santo Antônio, Nova Cruz, João Câmara, Mossoró, Macaíba e São Paulo do Potengi. Apesar de solicitações de Natal não terem chegado à Suvige até a manhã de ontem, Juliana Araújo informa que já pediu a análise da liberação do fumacê para a capital.
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